Eu prometi escrever uma poesia para M. Petit. Ai, como escrever numa mesa com o sol filrado pelo vidro espelhado, com aqueles olhos absurdamente azuis prendendo os meus?
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Agora entendo porque os bascos querem se separar da Espanha...
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I really kissed him.. And everybody knows now...
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E pelo jeito beijo bem, porque o dia seguinte foi divino, e a noite de ontem...
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A noite de ontem foi a prova de que o cansaço faz tudo. Fui à uma festa de modelos. Sim, os novecentos mil modelos que rodaram conosco no último mês fecharam uma boate e promoveram um rega-bofes. Sem preconceitos, a mais inteligente conversa que ouvi foi sobre uma nova linha de maquiagem.
E lá fui eu, tocando o foda-se geral, pirando na balada modelete, com minhas calças vermelhas e o meu casaco de general. E lá estava eu, com o rosto de M. Legrand colado no meu., enquanto sentia os olhos ardendo por conta dos dedos alheios neles espetados...
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Fields of gold do Sting tocando agora... Tears of gold is better...
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E M. Petit continua atacando em todos os flancos. Joga charme aqui, pisca aqueles enormes oceanos lá...
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Sentados no sofá da boate Ele, Lala e eu. Caras péssimas, de sono absoluto, entediados, exaustos, descompensados. Lá pelas tantas, Ele começa a rir e atenta para o detalhe: há uns dez minutos estávamos os três de pernas cruzadas na mesma direção, sem nos mexer.
— Nosso flashmob pessoal!
Oh-yeah!
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Eles nem foram e eu já estou com saudades do Oriol e do David...
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