quinta-feira, agosto 04, 2005

Bomfim é o cara!

Há um ano e tanto, estava cobrindo um evento num hotel de luxo em Salvador, e estava vestida mais ou menos a caráter. Pois não é que a calça que me cobria fez a gentileza de descoser toda? O que eu fiz? Peguei uma faca, fiz três buracos de cada lado do zíper. Roubei uma fita do Bomfim, que fazia de marcador de página do cardápio, passei como cadarço pelos furos, e voilà! Eis as minhas pantalonas presas novamente!

Anteontem o Bonfa me salvou de novo. A bolsa que mandaram para compor o figurino era curta demais para a aquele "metroeoitentaemuito" de modelo. Eis que volta à cena a fita do Bomfim, que serviu de extensor para a alça da pasta. Amarrei uma ponta de um lado, outra ponta de outro, e voilà! Ficou um luxo, na altura certa, e mais uma vez o Bonfa salvou o dia.

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O Holden tem razão: Salvador tem 450 pessoas. O resto é chroma key.

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Cama. Enxaqueca. Bebê gritando.

segunda-feira, agosto 01, 2005

Deixa eu brincar de ser feliz...

Meio mundo indie já tem de cor as letras do disco 4 dos Los Hermanos, e eu ainda ainda não enjoei de "Tenha Dó", do disco 1, e "Todo Carnaval Tem Seu Fim", do disco 2.

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Pra quem era a própria dancing queen, passar a noite de sábado ouvindo diskman e lavando roupa não é exatamente um salto em qualidade...

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Errar uma vez é humano. Errar a segunda é burrice, mas vá lá, todo mundo merece uma chance... mas o que fazer quando você embarca na terceira temporada de asneiras?

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Eu não devia estar dormindo, recarregando forças para as próximas 48 horas da Maratona Cartoon de Trabalhos Esquisitos?

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Fim da linha. A dona do barraco chegou.

sexta-feira, julho 29, 2005

Ser feliz é...

... reencontrar um grande amor.
... tomar cerveja depois de meses a seco.
... matar as saudades de amigos que há muito não se via.
... freqüentar o lugar preferido.
... gargalhar até doer a barriga.
... ganhar abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim (para acabar com o negócio dele longe de mim).
... dormir com olhos e o pensamento saciados da imagem Dele.

Eu tive isso tudo um dia desses, aí...

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Estou torrada. Torrada, vermelha, com o focinho parecendo um camarão. Externa do comercial daquela rádio para quem gosta de música. Eu adoro as pessoas. A diretora é uma fofa politicamente correta, zen, responsável e talentosa. O foda da vida é ter jornada dupla com uma moleca carequinha que resolveu acordar quatro e meia da manhã todo dia.

É isso. Além de torrada, estou moída. Qual café instantâneo. torrada e moída na hora.

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Revi aquele menino que parece um jovem Marco Nanini. Sério, dirigindo a carruagem corporativa. Sério, e eu me virei toda pra vê-lo. Acho que vai ser mais uma das minhas batalhas que levam anos, mas que termino por vencer.

Hoje em dia, porém, eu não sei se quero vencer. Dá muito trabalho, e acaba que o sonho vira pesadelo. Quero é levar a vida na esportiva com a minha molequinha, trabalhar (hã???) e cultivar os meus amigos. Esses, salvo raros casos, não me decepcionam.

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Estou torrada, sim, mas estou LINDA!

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Dez e pouco, o início da enxaqueca. A partir daí, me lembro de pouco. Gravando embaixo do sol, a dor era tanta que perdi a força no braço esquerdo. Sofri ali, calada, até que não deu mais. Arriei na balaustrada do Viaduto da Garbaldi, enquanto os outros subiam e desciam de rappel.

Eis que surge o diretor de fotografia, e pergunta o que há.

— Enxaqueca.

Num passe de mágica, duas Neosaldinas e uma Coca Cola gelada. Esse menino me salvou. Meia hora, e o meu pesadelo pessoal tinha ido pra baixo da ponte.

Vou tatuar "Neosaldina" em letras com arabescos nas ostas. Do tamanho da tatuagem de um outro diretor de fotografia, tão meu querido...

terça-feira, julho 26, 2005

Cheguei a sentir um frio na barriga quando não vi a informação... Mas ela está lá.

Dope! Amoleci as pernas a troco de nada.

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Eu não gosto mais de trabalhar. Ponto. Eu estou odiando fazer essa campanha, embora eu adore as pessoas envolvidas. Estou detestando, estou morrendo de sono-fuga, estou querendo que chegue logo a segunda-feira a noite para que eu possa me livrar dessa incumbência.

Não é nada pessoal, e eu ainda amo a TV que me contratou. Mas a minha recém-descoberta fobia social não me tem permitido aproveitar os muitos bons momentos que esse trabalho deveria ter.

Eu agora estou realmente na onda de ser housekeeping, de levar Helena para passear. Queria realmente poder ficar em casa o tempo inteiro... mas quando fico, anseio pela hora de voltar para um outro trabalho.

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Nos conhecemos há um ano e meio. Conversamos poucas vezes, ele me olha, eu o olho, e nunca saímos disso. Ninguém o tolera. E há tanto tempo não nos víamos. Até ontem. Até ontem, com aquele céu violeta, aquele cheiro de flor. Nos vimos, e eu não consegui olhar pra ele. Mas minha visão lateral o viu. E ele me viu bem, bem mesmo, olhos centrados e cravados em mim.

Ele continua não valendo o investimento. Depois da última semana, não preciso de acólitos do naipe da dele. Não compensa a dor de cabeça. Mas foi bom saber que os olhos dele ainda me vêem. E ainda me acompanham rampa acima.

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Não fui eu quem disse, mas...

- Ele nunca me ouve e não se importa comigo. Nós vínhamos brigando muito e eu estou exausta. Ele precisa mudar o estilo de vida. Até que isso aconteça, nós continuaremos rompidos.

Kate Moss sobre Peter Doherty

Não serve pra um monte de gente (inclusive pra mim)?

domingo, julho 24, 2005

Coisas que todo mundo tem que fazer uma vez na vida — e coisas que eu já fiz

1. Tomar um porre
2. Saltar de paraquedas
3. Plantar uma árvore
4. Ter um filho
5. Bater o carro
6. Dirigir uma moto
7. Viajar sozinho
8. Partir pra dar porrada em alguém

Opa!

8. Partir pra dar porrada em alguém

Done. Porque eu até posso ter cara de idiota, mas não sou.

E não se fala mais nisso.

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Acho que a coisa mais bacana das adversidades — neste caso, adversidade é eufemismo — é na mesma hora a gente ter uma boa saída para escapar, um bom ombro para nos ouvir e uma boa lição. Eu tive os três itens. E estou de volta no mercado. MZ e AA, a postos!

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Alguém tem um aparelho de som com cara bem retrô? E um walkman esportivo com dial digital?

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Odeio homem burro. Odeio homem fraco. Odeio homem mentiroso. Odeio homem escroto.

Sobra algum?

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Adeus, putas de Itabuna! A alma geme!

Depois de ser campeão intergaláctico de busca sobre putas de Itabuna (e eu já disse que minha vida lá foi o mias longe da prostituição posível. e olha que eu morava sozinha...), este blog deve sua sobrevivência aos erros (crassos!) de português. É foda ter seu índice de visitas aumentado pela busca de notícias sobre a "novela alma gemia".

E uma dica: se você procura pela trilha sonora, vai no site da somlivre.com

Eu já fui mais bem lida.

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Fora isso...

. a péssima estabilidade da kombi (é ruim de bola a tal da kombi, mesmo)
. partitura do hino do corinthians (nem fodendo! serve a letra do hino do Santos? do Galo Mineiro?)
. xarope para tosse produtiva de adulto (ué? você não vê o comercial infâme do Mucofan?)
. casa de prostituição da sandrinha (aié?)
. partituras de richard clayderman ( M O R R A ! )
. conjugarverbo cerzir (eu cerzo, tu cerzes, ele cerze, nós cerzimos, vós cerzeis, eles cerzem)
. samuel nacif san paolo in brazil (nada do que é humano me causa estranheza, mas isso é humano?)

quinta-feira, julho 21, 2005

Olha o naipe!

Ouvindo Renata Ingrata, do Latino, na Rádio Terra. Procurando Você não serve pra mim, do Roberto Carlos, no Kazaa.

Está na hora de fazer um outro cd de MP3.

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Ouvindo os teremins sem teremins do Pato Fu. Estou bem musical, hoje, né?

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Parem as rotativas!

FELIPE ESTÁ CHEGANDO!

E quem precisa de mais pra ser feliz???

quarta-feira, julho 20, 2005

Hoje tem marmelada? Tem, sim, senhor!

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Rá!

Hoje eu fiz uma coisa que morria de vontade de fazer há tempos e não tinha coragem. Iso mesmo: C-O-R-A-G-E-M.

Hoje eu tive... E nem doeu!

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1o. Postulado Daniélico: Homem gosta de mulher dependente

O que reduz a quase zero as minhas chances de encontrar alguém mais ou menos...

Ô, raça!

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Isso é muito legal! Adorei, Edu!


Óbvio que salvei pra mim!

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Eu nunca fiz nada pela metade. Nem as merdas.

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Mas me arrependo de uma ou duas coisas. Se eu tivesse... Ai, se eu tivesse feito o que eu realmente quis, ao invés de tentar... Ah, foda-se!

sábado, julho 16, 2005

Ah!

Tem foto nova no flog da Lelena!

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O dia está com cheiro de novidade!
Good times for a change
See, the luck I've had
Can make a good man
Turn bad

So please please please
Let me, let me, let me
Let me get what I want
This time

Haven't had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time

Please, Please, Please, Let Me Get What I Want, Smiths

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Surto

Um porrilhão de gente chegou aqui perguntando sobre a novela alma gemia (sic). Sério mesmo? A alma gemia? ALMA GÊMEA, CAMBADA DE ANALFABETOS!

E eu só falo mal, nem adianta. Ô, novelinha ruim!

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Earth, Wind and Fire

Começou com a Desorientada, que já era doida por eles, mas agora virou tiete. Aí eu procurei uma ou duas músicas, para saber o motivo de tanto amor, vindo daquela alma empedernida. Eles são legais, mesmo! Não, não me apaixonei, e não, não é a minha banda preferida. Mas são bem bacaninhas, os tais coroas.

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051

O telefone tocou, tocou. Estava colocando a moleca pra dormir, e não dava pra largar a outra, no meio do embalo do soninho, para ver quem era. Deixa tocar. Insistiu.

— Mãe, atende pra mim e diz que eu retorno!

Ela foi. O telefone tocando, desesperado.

— Alô!

Ninguém. Tinham desistido.

— Dani, era o Bruno!

Ai, Bruno, ainda não consegui estar livre num horário cristão para poder ligar de volta. Que saudade dos infernos, viu?

quinta-feira, julho 14, 2005

Chilique

Ela grita. Grita de fome, de alegria, de frustração, de saco cheio, de tédio, de raiva, de tristeza. Grita porque adora o som dos gritos. Grita e ri. E agora deu pra dar chilique na casa da avó.

A favor dela, posso dizer que suspeito de dentes chegando. Mas eu tenho vontade de sumir num buraco a cada vez que ela começa com os urros, bem aboletada no colo da avó. Chora, se contorce, grita, uiva, geme, sofre, e quando volta pro meu colo, dá aqueles soluços de quem chorou por horas e sossega.

O show também pode ser visto em outros horários e colos, como o do meu pai, o da minha mãe e o da tia Algas.

Agora sou domadora de Gremlins...

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Inquieta.




terça-feira, julho 12, 2005

Ela já fica sentada sozinha, grita o dia inteiro — minha audição está ficando seriamente comprometida —, adora frutas, balança os braços para a mamadeira. Acorda em horários não-cristãos, briga pra não dormir e comemorou os cinco meses num loooooongo passeio a pé.

A moleca fez cinco meses ontem. Deuses, estou ficando velha...

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Se eu durmo um pouco mais, a cabeça parece que vai explodir, lançando longe os olhos, que ficarão saltitando que nem bolas de ping pong.

Eu sou uma pessoa estranha...

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Falar com a Lala é sempre garantia de uma boa quantidade de gargalhadas e assuntos nonsense. Ela me dá notícias de todo mundo, faz piadinhas sobre o tempo, revive quem já morreu... Palavras dela:

— Eu sou o próprio Orkut!

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Sabe quando as coisas deveriam te satisfazer e não satisfazem? Sabe quando você já está com um pé atrás e o outro teima em escorregar para fazer companhia ao primeiro? Pois é... As coisas não andam simples assim, e se continuarem neste caminho, dou o perdido e deixo toda a construção pra trás.

Paciência a gente sempre tem, mas a minha é curta... e gato escaldado não deveria nem chegar perto de copo d'água gelado.

domingo, julho 10, 2005

Quem sou eu: A cyborg flaneur, walking around the Earth, swimming in the Noosphere.

Um post sentimetal, com delay de quase um ano, pessoal e sem pé nem cabeça

O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário
(...)
Estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras, Satisfeito, sorri quando chego ali
(...)
Não vejo a hora de te encontrar
E continuar aquela conversa
Que não terminamos ontem
Ficou pra hoje.
(...)
Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu


Fragmentos de All Star

***

Fê, hoje eu estava na cozinha fazendo o café da manhã, tocou All Star e eu chorei de saudade de você. Aí fui na sua página do Orkut, vi que os seus amigos ainda choram quando lembram de você, quando passam pela pracinha, quando chegam ou saem de Laranjeiras. Vi a mensagem de um incauto te convidando para entrar numa comunidade de amigos de sei-lá-o-quê.

Só assim a gente se lembra que você não vai entrar em mais comunidade alguma, que seu blog foi atualizado uma última vez, e que última, nesse caso, não é a saideira. A gente lembra que um cilindro de pouco mais de três centímetros fez com que você nunca mais viesse a Salvador. E fez também com que até os mais céticos acreditassem em céu e anjinhos. Não seria justo que você estivesse em outro lugar que não fosse o Paraíso.

Bom, se o bairro das Laraneiras não fica mais feliz quando chego ali, espera ver a festa nas nuvens que a gente vai fazer da próxima vez que nos encontrarmos.

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E das lágrimas às gargalhadas

"Fernanda Lima se enganou e chamou o jogador de Rosnaldo".

E por causa disso eu tive a maior crise de gargalhadas do último ano. Foram cinco minutos na cozinha, os olhos emendando o lacrimjar de saudade pelo do riso. Isso sem esquecer que outra publicação disse que a mesma Fernanda tinha chamado o Fenômeno de Rosário, que vem a ser — acompanhe comigo — a forma sincopada de Ronaldo Nazário.

Aí eu ri mais dois minutos e voltei pro café da manhã.

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Tem foto nova no flog da Lelena.

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E porque estou lacrimosa e saudosa — e não só do Fê, saudade sem solução, mas da Bia, do Ricardo, do André K. —, fiz um email médio para uma pessoa que eu amo demais da conta, que morou no quarto do lado do meu e que agora mora longe demais para matar as saudades assim, fácil. Mandei foto da Helena, mandei meus votos de feliz aniversário — porque eu nunca esqueço —, mandei meu coração e meu pensamento.

Em tempo: o email voltou. Mailbox Full. Merda. Meu coração e meus pensamentos não passaram nem meia hora fora... Ouch!

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Ouvindo os teremins do Pato Fu.

sexta-feira, julho 08, 2005

Mistério

A mãe só ouve bandas fora do mainstream, punk rock, ska, rock and roll. O pai... Bem, a seu favor posso falar que gosta do Pink Floyd e que tem todos os cds do U2.

O que, pelo amor da Virgenzinha de Guadalupe, fez essa criança gostar tanto de Timbalada?

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Sobre parar de fumar

Lição 1: chupe balas quando der vontade de fumar.
E aí está o problema: eu ADORO fumar com bala de hortelã na boca. É abrir uma pastilha Garoto (ai, Luizinho, que saudade de você! Adquiri seu vício.) e morrer de vontade de acender um cigarro. E acendo.

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Foi covarde...

Mas eu apaguei um depoimento no Orkut. Minha realidade pessoal não condiz mais com o que eu havia escrito.

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Vou aproveitar a paz e tomar um banho pelando, como se diz lá na minha terra onde canta o sabiá.

segunda-feira, julho 04, 2005

Vontades

Ando querendo respirar novos ares da imprensa, uma atividade que nunca exerci. Me enche de expectativa fazer uma incursão num mundo inteiramente novo para mim, mas medo, não. Medo do novo NUNCA! Falta ainda mexer um pauzinho ou dois, arranjar uma boa babá para Lelena, mas a semente está aí, plantada.

Ando querendo fazer coisas novas, ando querendo romance, ando querendo reatar laços antigos. Ando querendo mudar de vida, mudar de casa, de estado. Ando querendo mudar o pediatra da moleca, ando querendo andar de patins de novo, pegar a prancha e voltar a fazer bodyboard. Ando sonhando com o dia de enfiar a máscara e o snorkel de novo e singrar mares dantes navegados. Ando doida pra fazer outra tatuagem, para aprender a dirigir, voltar pra faculdade, fazer natação.

Ando mesmo querendo mudar a vida.

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Ai!

Acabei de ser acertada por uma segunda-feira. Na cabeça!

quinta-feira, junho 30, 2005

Quem tem um filho tem dois

Apresento-lhes Kabrum, meu filho virtual



Ele não é lindo?

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Pra quem é bem desocupado assim cmo eu, adota um aqui.

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Moleca

4 meses e 19 dias
5660 gr
62 cm

E o tempo passa. E a vida teima em não reencaixar.

quarta-feira, junho 29, 2005

Eu vi primeiro!

Guardem esse nome: Neisa, a pantera das coroas. Quando ela for um sucesso, lembrem que em junho de 2005 Daniela já tinha falado dela.

Melhor que Gisele, tá?

terça-feira, junho 28, 2005

Que tipo de humor tem um amigo produtor, com quem trabalhei num lugar onde as pessoas não pagavam, que te manda um email-corrente de S. Judas Tadeu, O SANTO DO TRABALHO?

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A Pimenta ainda me mata de vergonha! Aniversário da Algas, vamos todos para a casa de praia da família do meu cunhado. Família família mesmo, de gente que se gosta, que vive junto, que convive, que recebe bem. Lelena foi acolhida com todo o carinho do mundo, e se deu ao luxo de dar um chilique de proporções bíblicas!

Urrava, chorava, gemia, uivava, e eu estava quase enfiando a moleca na sacola e trazendo de volta, a pé, para Salvador. Os deuses da hospitalidade, entretanto, estavam sorrindo para mim, e ela acabou dormindo.

Ai, o primeiro chilique público da moleca, e eu não sabia onde enfiar a cara (cheia de olheiras).

Em compensação, ontem passou a tarde e o início da noite na casa do pai sem um resmunguinho. Se espalhou no colo da avó, rolou na cama do pai, dormiu, acordou, comeu, passeou pela casa... Uma dama, a pestinha!

********

Saudades estranhas, já ditas, mas penso muito nesse amigo que é pai da fada.

********

Índia Serena?? Hein? Você não acompanha a novela das seis? Você ainda não viu a Priscila Fantin encarnando a Maria de Esperança? Falando "Djosé Aristid"? E o índio com nome francês, o supracitado Arisitides?

Paciência tem limite...

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Você já percebeu que o texto acima está todo linkado? Então vá ver o fotolog da Helena, que está gritando do meu lado, neste exato momento.

domingo, junho 26, 2005

Que tipo de humor tem um amigo produtor, com quem trabalhei num lugar onde as pessoas não pagavam, que te manda um email-corrente de S. Judas Tadeu, O SANTO DO TRABALHO?

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A Pimenta ainda me mata de vergonha! Aniversário da Algas, vamos todos para a casa de praia da família do meu cunhado. Família família mesmo, de gente que se gosta, que vive junto, que convive, que recebe bem. Lelena foi acolhida com todo o carinho do mundo, e se deu ao luxo de dar um chilique de proporções bíblicas!

Urrava, chorava, gemia, uivava, e eu estava quase enfiando a moleca na sacola e trazendo de volta, a pé, para Salvador. Os deuses da hospitalidade, entretanto, estavam sorrindo para mim, e ela acabou dormindo.

Ai, o primeiro cilique público da moleca, e eu não sabia onde enfiar a cara (cheia de olheiras).

Em compensação, ontem passou a tarde e o início da noite na casa do pai sem um resmunguinho. Se espalhou no colo da avó, rolou na cama do pai, dormiu, acordou, comeu, passeou pela casa... Uma dama, a pesteinha!

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Saudades estranhas, já ditas, mas penso muito nesse amigo que é pai da fada.

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Índia Serena?? Hein? Você não acompanha a novela das seis? Você ainda não viu a Priscila Fantin encarnando a Maria de Esperança? Falando "Djosé Aristid"? E o índio com nome francês, o supracitado Arisitides?

Paciência tem limite...

segunda-feira, junho 20, 2005

"Ela me disse
Eu não sei mais o que eu sinto por você
Vamos dar um tempo
Um dia a gente se vê"


Ainda é cedo, com a Marina

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As pessoas têm carmas que são indiscutíveis, infugíveis, pessoais e intransferíveis. Eu tenho um. Bom, na verdade eu tenho vários, mas é um que me move. Tem um determinado nome, cuja inicial eu misteriosamente não carrego na mão, que me persegue. Persegue, e quando resolvo ceder, some. Nunca fiquei com nenhum portador deste nome. Mas sim, foram homens imprtantíssimos na minha vida.

Minha história é pontilhada por desencontros que ardem de desejo, mas que o tempo e/ou a distância acabam por consumir mais rápido do que a intenção de consumar. Esses carregantes do nome-carma surgem na minha vida do nada, e sou capaz de me lembrar do instante exato em que pus os olhos sobre cada um deles. Aquela festa do jornal no. 1 de Salvador, e lá estava um deles, que depois viria a ser meu companheiro de novas jornadas, meu sucinto e singelo cavaleiro. Aquele outro, louro como o primeiro, sentado um tantinho na minha frente, encarando o monitor, que virou para olhar e guardou meus olhos por mais segundos do que a boa educação convencionou.

E vamos, de carma em carma, amontoando gente na lista de Orkut (esses, por acaso, não estão), no MSN (esse estranho) e na vida. Vou eu, de homônimo em homônimo, tentando entender porque nada com eles funcionou.

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Isso eu escrevi em 28 de março de 2004. Mudam-se o circo, mas fica a palhaçada

Você não merece um grama do meu amor. Você é relapso, no seu mundo só existem você e os seus problemas. Não há espaço para uma conversa que não seja umbiguista. Eu cansei do seu egoísmo. Você nunca me deixou falar sobre as minhas razões. Você nunca soube o quanto doeu engolir calada tudo o que eu sentia, esperando uma brecha na sua vida para mendigar sua atenção. Ficava sentada, abanando o rabo, ciscando migalhas que caíam no chão, resto que ninguém quis.

Eu fiquei com a sua pior parte. O egoísta, o que nunca podia, "Faz silêncio um minuto pra eu atender ao telefone". Eu nunca tive o cara que todo mundo tem, que se desdobra pra ajudar um amigo. Eu sempre tive que me sujeitar à variação da sua maré. Era a sua lua que regia a minha vida. Eu sabia, e sei, de tanta coisa sobre você, coisas que nem os seus amigos mais próximos sabiam. Eu te conheço tão bem, sei o que te incomoda, o que te deixa puto, sei como são suas crises de mau humor e raiva.

Só que tudo na vida tem um limite, meu amor. Não é um rompimento, porque amor a gente não apaga nunca. É um basta. Nunca mais a idiota vai estar de plantão para você. Nunca mais me deixar magoar porque o telefone não tocou, porque a farra foi boa e eu, excluída dela. Você agora volta para a vala comum. Porque só as poucas pessoas especiais da minha vida me fazem de besta. Mas que aproveitem bem, porque um dia, sem o menor indício de tempestade, eu enfureço, esfrio, tiro a estrelinha dourada da frente do nome.

E é muito melhor não me enfrentar. Eu sou má. Sou ruim. E você bem sabe...


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Amor se quebra. E catar estilhaços é chato.

sexta-feira, junho 17, 2005

Papai, quase um estlista

- Baixinha de saia comprida? É um boi-bumbá!

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Aceito votos de felicidades atrasados. Foi meu aniversário ontem.

terça-feira, junho 07, 2005

Esse era pra ser um post musicado

Eu sonho com as palavras, sonho mesmo, mas de dia elas não vêm. Eu sinto tanto e com tamanha intensidade, é difícil juntar tudo entre hífens, alojar entre vírgulas e ainda arranjar uma mesóclise politicamente correta.

Esse post era pra ter música, a música que estou ouvindo, embora esteja tocando uma outra dentro da minha cabeça. Essa que eu efetivamente ouço começa com um riff de guitarra, e ele poderia ter cantado pra mim há muitos anos. Não que nós tenhamos gostado um do outro. Acho que não. Mas a rejeição explícita deve ter doído naquele ego juvenil. O jovem sucesso do teatro — ó, carreira promissora — tomando um toco da caloura? Pois levou, e ele é uma das minhas "Pessoas Estranhas". Estranho porque pouco ou nada nos vimos depois. Estranho porque eu nunca deixei de pensar nele.

E às vezes, só às vezes mesmo, nos dias em que nada parece coerente, eu fico imaginando que eram dele os olhos que me seguiram per entre as árvores.

Ouvindo essa música, faz todo o sentido.

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A moleca já reconhece a mamadeira, e salta de alegria. Ela rola, ri, fica sozinha no berço, gosta de música. Digita com os pés e rabiscou seu primeiro bilhete com a mão esquerda. E devagar a vida volta pros trilhos.

sexta-feira, junho 03, 2005

Permiiiiiiiiiiiiiiiita me rir, versão Orkut

Sorte de hoje:Você terá uma velhice confortável com riqueza material.

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Eu não me reconheço em nada mais.

E quando eu ia escrever, chegou a dona da quitanda.

sexta-feira, maio 20, 2005

Andrucha é o pai da simpatia. E cada dia mais parecido com Ricardo, seu irmão.

Eu só não decidi se isso é um elogio ou um esculacho.

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Retificando: É elogio. Com o Andrucha sempre é elogio.

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Mas que ele está com a voz da Fernanda Montenegro, ah, isso está.

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Atualização (ou "Ver Jornal do Meio-Dia É Uma Bosta")

Bandinha de forró dando entrevista.

— ... pois é, somos muito ecléticos, tocamos desde Festa no Apê até Gonzagão!
— Faz então Festa no apê pra gente!

(longo silêncio)
— Vou fazer só porque você pediu! É de improviso, viu?

Cantou muito mal. Conseguiu errar a letra (???). Se não sabe, se não toca, por que diz que toca? Pediu pra tomar o tabefe, né?

E agradeça, corninho: a repórter podia ter pedido Gonzagão!
Andrucha é o pai da simpatia. E cada dia mais parecido com Ricardo, seu irmão.

Eu só não decidi se isso é um elogio ou um esculacho.

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Retificando: É elogio. Com o Andrucha sempre é elogio.

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Mas que ele está com a voz da Fernanda Montenegro, ah, isso está.
O que é isso? Um surto de Marquinhos Moura?

Um dia depois de descobrir que a minha mãe quer aprender a usar o Kazaa para procurar uma música BIZARRA chamada "Meu Mel", do dito cujo, a vizinha do andar de baixo agora está aos berros:

"Meu mel não diiiiiiiiiiga adeus
Eu tenho tanto medo"


Medo tenho eu. Eu quero ir embora daqui!

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Gerundismo asiático

O que explica um jogador de futebol que passou os últimos cinco anos no Japão, chegado há pouco mais de duas semanas, dizer numa entrevista que " a gente vai poder estar vencendo o jogo"? Será que a moda dos gerúndios chegou em terras nipônicas?

Quero estar vendo o pôr-do-sol amarelo como os girassóis
Quero estar vendo a sua boca vermelha como as amoras na neve


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Como será um ideograma gerúndico?

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Em América

Glória Perez esqueceu da Rosário, hein? Ela ainda está vagando pelos desertos do Texas!

Je ne regrette rien

"If we had the chance to do it all again, tell me: would we? Could we?"

"What's too painful to remember
we simply choose to forget
So it's the laughter we will remember
whenever we remember
the way we were"

Ele que lembrou.

quinta-feira, maio 19, 2005

Azedume

Eu odeio blog de gente que se acha inteligente, cult e acima dos outros humanos. Gente que inevitavelmente condena a unanimidade, que joga todo mundo numa vala comum. Uma que se diz "escritora, porque a literatura é uma maneira de desaguar o tanto que ela transborda" (caixa de gordura faz igualzinho, fia...) decretou no blog que "PM bom é PM morto".

Sem medo da ira de Deus, porque Ele tem mais o que fazer da vida, tomara que essa intelectual de puteiro da Augusta um dia precise de polícia. Mas que não seja uma vez, só. Que sejam várias. Uma vez por semana. Muitas, até ela tomar vergonha na cara e parar de jogar toda uma instituição no bueiro em que ela própria habita.

Que bosta de gente metida a julgar tudo pela opinião da maioria. Pra meter o pau em quem TODO MUNDO METE — mais por hábito do que por conhecimento de causa —, todo mundo tem colhão. Quero ver alguém chegar e dizer que acha a PM do caralho, que é fã do ACM, que é de direita, sim, que acha o PT uma bosta (uh... pra isso já tem gente).

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Eu voltei um tantinho viperína, não foi?

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Bagaça

Estou baixando quase o CD inteiro do Leoni. Sim, eu gosto do Leoni.

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Andamos, eu e a Magricela, precisando de um sol. Mais do que sol, entretanto, precisamos é de sono. As duas.

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Pessoas, estou no meu inferno astral, a 27 dias do meu Reveillon.

terça-feira, maio 17, 2005

ô, cambada, não adianta chegar aqui procurando resumo de Janelas da Alma, Capitães de Areia, de filmes e livros de vestibular, porque ISSO AQUI NÃO É UMA ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA A VAGABUNDO!

Vai ler, desocupado, ao invés de ficar procurando foto de sacanagem numa janela e resumo dos livros da prova no outro!

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Que saco! Odeio gente burra!

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Porra, Mingau, você é foda!

. Ultimatum

Se você que está lendo me deve alguma coisa, saiba que em uma semana estarei vendendo sua dívida para o cigano. Ele vai perseguir sua família, ligar para sua casa de madrugada, arranhar seu carro, roubar seu jornal e dizer que suas melhores piadas são dele. Se você mesmo assim não pagar, ele vai te desossar e fazer flautas com seus ossos, tamborzinho com sua pele e o resto vai virar recheio de churrasquinho de linguiça em domingo de Fonte Nova. E olhe que ainda não falei das maldições.

Não se mete com cigano não que esse povo é perigoso! Minha avó sempre me disse.


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Ira gramatical

E os infinitivos, hein, povo?

Vou comê (assim mesmo acentuado), vou dormi, vou sai.

Vai o caralho! Quem ignora o mínimo do mundo ortográfico deveria ter um fotolog ao invés de um blog!

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Nem fotolog. Deveria morrer, mesmo.

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Primeiro post da Helena

hguy vuuyj h~ik,45t6y7lre09gçytttttttttt

Digitado com os pés. Essa menina vai longe.

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Vamos ver o Bob Sponja, agora.

domingo, maio 15, 2005

A partir de uma determinada idade, deveria haver uma punição para quem escreve "axim". Puta que o pariu, como eu odeio aquele povinho ignorante que escreve as palavras substituindo o "O" pelo "U", que enchem uma porra de um texto de letras K, que redigem que nem um oligofrênico em surto!

Punição? Arrancar as unhas com alicate? Banho em azeite fervendo (desculpa se você não via os Brasinhas do Espaço. Eu via.)?

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Nesse hiato, a moça fez três meses. E não quer mais tomar banho deitada, só sentada. E grita de alegria quando chuta o sapo-móbile. Às vezes, antes das cinco da manhã.

Ah, Helena, meu amor, só você para me arrancar um sorriso bem humorado antes das nove da manhã.

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Ninguém mandou colocar a Bittencourt pra fora de Chantilly. Praga de puta Deus escuta MESMO.

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Vou ali almoç Peraí!

Amarelo-Manga.

Nunca joguei um dinheiro em lixo mais fedorento. Péssima história, sem amarrações, sem nexo, sem quê, porquê. Áudio merda, totalmente mal desenhado, mal captado, mal tudo. Mal dirigido, desperdiçado, feio, chato, sem ritmo, sem conteúdo, sem nada. E o diretor (???) ainda se deu ao LUXO de xingar o Hector Babenco, certa feita.

Porra, vai aprender a fazer cinema antes de me fazer gastar 4 dinheiros para ver aquela bosta, meu!

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Mas o Matheus Nachtergale é sempre uma salvação.

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Agora sim, depois de vomitada a ira pela bosta do filme, vou almoçar.

segunda-feira, maio 02, 2005

Desculpem, mas hoje eu não vou falar mal do Paulo Coelho. Num país em que a leitura de um livro por ano é para eruditos, um cara conseguir vender mais que maria-mole em porta de escola é um feito. Um puta de um feito, mesmo.

Ah, você não gosta do Paulo Coelho? Bom, ele não é a minha literatura favorita (aliás, não leio um Paulo Coelho há anos), mas respeito o autor que vende seus livros encartados em jornais, que disponibiliza sua obra de graça na internet, que faz ler o povo pouco chegado num livrinho.

E isso é o importante. Se ele não usa as mesóclises, se sua literatura é pobre, ah, isso é purismo. Importante é entrar num ônibus e ver o trocador demorando de cobrar a passagem porque está marcando a página do livro que estava lendo. Importante é dar o pontapé inicial para que se adquira o gosto pela leitura. Do Paulo Coelho para o João Ubaldo, pro Sidney Sheldon, pro Camões, pro Nabokov. Mas tirar o mérito do Paulo Coelho? Ah, não sejamos injustos!

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E já que o dia é de loas...

Puta que o pariu, o Skank redefiniu o uso das guitarras quando fez "Vamos fugir"! Mesmo nestes dias de vento frio, umidade a 100% e (lindas) nuvens, a música deixa o dia com a maior cara de sol.

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A liberdade é realmente uma calça jeans. E uma mochila verde oliva, um discman azul e um cd de MP3.

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A referência de maria-mole foi muito paulistana. Ai, que saudade de casa...

segunda-feira, abril 25, 2005

Eu juro que ainda me assustam as correlações e similaridades, e coincidências, e as histórias cruzadas. Daqui a algum tempo eu vou rir muito disso e esfregar na sua cara, mas por enquanto me parece uma brincadeira muito sem graça sobre hora errada e pessoa certa.

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E quando é de noite, noite alta, mesmo, madrugada escura, você...

Ah, deixa pra lá.

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Legal essa vinheta dos 40 anos da Globo, né?

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Senhor, dai-me paciência... porque se me deres força, eu baixo o sarrafo!

É impossível criar filhos sem que os outros se metam. Os outros mesmo: estranhos. Nas poucas saídas que dou com Dona Helena, mais e mais pessoas tentam me convencer de que sou a pior mãe do mundo, e que sou nova demais (?) para ter uma filha e criá-la adequadamente.

- Tem que pôr uma meia nos pés dela! Eu colocava sempre nos meus filhos, mesmo no verão!
Minha senhora, neste calor senegalesco? A pobre da Helena com umas brotoejas de calor, irritada por causa desse bafo quente, e a senhora ainda quer que eu coloque meias?

- Não pode colocar sentada! Faz mal pro ossinhos!
Minha senhora, a fisioterapeuta dela a colocou sentada com três dias de vida, e ainda escarneceu de gente como a senhora, que cisma em se meter na vida do alheio. "Faz mal nada", falou a especialista, "gente velha é que tem problemas nos ossos".

(sol das 7:30) - Faz uma sombrinha pros olhos dela, olha como está claro!
E vou criar um bebê vampiro? Criança - e gente velha - precisa de luz. Dia é dia, noite é noite.

- Coloca um paninho entre você e a menina! Assim, para a pele dela não ficar encostada na sua.
Tia, ignorância tem um limite! Até as pedras da rua já sabem que criança PRECISA de contato com a pele das pessoas que a estão carregando. Isso é que desenvolve a inteligência, isso é que dá segurança emocional.

(Uma mulher coloca a Helena em cima de uma almofada alta em cima da mesa. Eu peço pra tirar.) - Eu criei uma filha e olha ela aí, inteira!
É, mas se acontece alguma coisa com a minha, a senhora pede desculpas e a SUA filha continua ali, inteira. Prevenção, minha senhora, agora tira a Helena daí de cima dessa almofada!

- Olha, tão novinha, nem deu tempo de cortar as unhas!
Estou criando uma criança de rapina, por isso eu não corto (As unhas da gremlimzinha crescem numa velocidade absurda, mesmo. Eu corto a cada cinco dias.)

Não, eu juro que ainda não fui grossa com nenhum estranho.

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Quer dizer que se o Benê XVI morrer semana que vem, a gente vai ter que engolir mais uma maratona de reportagens sobre o Vaticano?

sexta-feira, abril 22, 2005

Minha Helena agora dorme com música clássica. Neste lar pródigo em CDs de Chopin, Mozart e seus amiguinhos, há cinco dias que eu não troco o álbum que está no player.

Acabei descobrindo que ela se dá muito bem com as peças para flauta de Mozart, mas... se ela não estiver dormindo na quarta faixa, tenha certeza de que ela vai despertar totalmente em "Copélia". Ainda não consegui saber como ela reage à "Cavalgada das Valquírias". Na faixa 8 ela já está apagada.

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O que é bom dura pouco. Os shows em que eu trabalhava foram suspensos até dia 6. O último, sexta passada, tinha 16 pagantes ao meio-dia do dia do evento, e Deus sabe quantos desembolsaram alguns dinheiros para tomar chuva nos cabelos de chapinha.

Fato é que estou de molho por duas semanas, e nem tão triste assim. A coisa realmente não estava caminhando, é pouco índio para muito cacique.

Praga de puta Deus escuta...

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Hoje saiu a primeira foto da dona Helena sorrindo...

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Gravador de DVD é o que há!

sexta-feira, abril 15, 2005

Que futuro terá um bebê que dorme quando eu canto "Alta Noite", na versão com o Arnaldo Antunes?

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E que futuro terá a mãe, quando tem no mesmo CD Los Hermanos, Marky Ramone e Mastruz com Leite?

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Voltar a trabalhar é o que há. De verdade. Ter filho é maravilhoso, mas chega uma hora (e a minha chegou cedo demais) em que conversar com uma pequena que não responde, e que quer ficar no seu colo o tempo todo, te ignorando, piscando um olho só pra exercitar... chega uma hora que cansa.

Então voltei. Uma vez por semana, mais os ensaios, plantões, passagens de som. Estou me sentindo gente de novo.
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Mentira pura. Eu morro de saudade da Helena o tempo todo. Me divito o tempo todo, sim, mas morro de saudade dela. Consegui não ligar uma única vez pra casa, achei que ia morrer, que não ia dar. Ó, metade de mim; ó, metade arrancada de mim.

A verdade é que voltei a trabalhar por causa do dinheiro.

sábado, abril 09, 2005

Ela faz dois meses na segunda-feira.

Ela quer, ela deseja, ela resmunga. Ela ri, meio de canto de boca, ela ouve atentamente os meus di-monólogos. E dorme quando declaro o meu amor sem tamanho. Eu nem me importo.

Alma grande num corpinho de dois meses, maruja que só quer dormir no balanço dos braços, nas ondas dos abraços. Ela chora, lavar o cabelo dói, pentear também. Ela come com maus modos e ainda assim eu acho lindo.

Ela acalma com o chocalho, quer ficar de pé, e suas pernas não obedecem tanto querer. Tantos quereres, e ela ainda vai fazer dois meses. Seus olhos de mar procuram as cores fortes, os azuis intensos, os vermelhos apaixonados, os amarelos da cor do sol que ela não gosta. Menina vampira, que odeia o calor, que é branquinha que nem uma beluga, que tem os cabelos rebeldes, lourinhos, espetados. Espetados que nem o seu espírito, que combina com o nome forte.

Helena. Minha Helena. E ela só tem dois meses.

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Tio, atualizei!

quinta-feira, março 31, 2005

Mais uma vez, Dona Helena foi internada. Saímos hoje.

Se eu morrer agora, o corpo já foi tão maltratado que o espírito até ia gostar de ascender...

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Peço permisão à Débora, que escreveu, para reproduzir, de tão minhas que são:

"É preciso dizer que ando com a mente dispersa, silenciosa e vazia. Que as breves palavras que ecoam, bem lá no fundo de mim, não fazem morada suficiente para produzir qualquer coisa que acrescente algo a quem antes me lia. Quietude é tudo que me abriga."

quarta-feira, março 23, 2005

Neurose de mãe

Estou eu na frente do computador, tentando coçar o olho esquerdo com a mão direita. E coçava, e nada de aliviar, a diaba da coceirinha estava num cantinho que a mão não chegava. Até que percebi que sim, com a Helena dormindo no berço, eu tinha a mão esquerda livre!!!

Juntei ação ao pensamento e enfim!, a coceira foi embora.

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Certo, você não gosta de saber das inscursões da Dani no mundo da Helena. E daí? Blog é um diário da vida de um humano, e essa é a minha vida. Dava pra imaginar que ia ficar assim.

Anime-se: em abril deve acabar a sopa, e quando eu voltar a conviver com outros humanos maiores de meio metro, o assunto volta a variar.

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Caralhos, estou um bagaço!

sábado, março 19, 2005

1 mês e 8 dias

Helena passou as duas últimas semanas sob o signo da bisavó. Deus me defenda das pessoas que estragam DELIBERADAMENTE as crianças.
Deus abençoe os backups!

sexta-feira, março 18, 2005

Acho que pelo menos os comentários entram, agora.
Prezados 3 leitores:

Fiz merda com esse template tentado fazer o do blog da Helena. quem entrou aqui há pouco viu um bocado de figurinhas coloridas, e realmente minha cota de paciência esgotou. Desculpem pelos transtornos: estamos em obras para melhor servi-lo!

quarta-feira, março 16, 2005

terça-feira, março 15, 2005

Acho que eu só ia exorcizar alguns infernos pessoais sendo mãe. Com dóoooooi tirar esse pedaço podre, como dói saber que ele existe! Pra expurgar, precisa primeiro cutucar, limpar, deixar subir o cheiro ruim, para depois enfiar a lâmina e tirar. Fica faltando um pedaço. Um pedaço podre, mas um pedaço meu.

Eu participo de uma comunidade no Orkut que discute os filhos (meu único assunto, hoje em dia). Pela primeira vez eu toquei num assunto meu, da minha infância, que sempre esteve escondido nas dobras do tempo que passou. Eu nunca esqueço, eu nunca esqueci. E só ontem, depois de muitos anos, eu conseguiu trazer à tona o que só foi falado uma única vez em voz alta. Nem os anos de terapia conseguiram me fazer falar.

Ainda não está resolvido, ainda não passou. Mas eu já consegui uma das piores partes: falar sobre isso sem a proteção do anonimato.
Eu te machuquei. Agora me sinto na obrigação de me machucar também.

segunda-feira, março 14, 2005

O que o Blur não fizer por mim, nada mais faz!

Song #2
Rolando no discman, as primeiras MP3 que baixei na vida, lá pelos idos da conexão discada, da internet à lenha... Pérolas como Os Arcos, do Biquini Cavadão, Streets of Philadelphia, e tome de Brian May, 3 Doors Down, ZERO! (estou com muitas saudades suas, Gui!!), Plebe rude,
Eu sabia ouvir música antigamente.

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Eu tirei o dia pra sentir saudades. Estou com saudades daqueles pulhas capitaneados pelo Luna. Estou com saudades do Felipe, do Foca, do Reurê, do Zeba, do Luna. Saudade do Reinofy, da Maria Alice e do Reinhart, da Alice, da Lívia.

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Tenho uma ou outra saudade que são menos inocentes que as saudades que sinto dos amigos.

Estou ouvindo aquela música que eu reaprendi a gostar com você. Tem um solo de guitarra nessa versão que eu achei nesse CD antigo. Eu nem sabia que tinha, até que me lembrei de um namorado que me ensinou a gostar dela. Mas é de você que eu lembro sempre.

Maldito. Eu ainda gosto de você.

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A pergunta é:

QUEM ENSINOU INGLÊS AO EDDIE VEDDER?

sábado, março 12, 2005

Eu estou acordada desde as quatro da manhã. Helena de Orleans e Bragança resolveu não mais dormir. Beleza.

Rodei o dia inteiro, fiz o que tinha que fazer, cuidei da mocinha, dei chá de cansaço nela. Não esqueça, senhores, que estou gripada até os ossos. Quase morrendo. Pois sim.

Consegui fazê-la dormir longe dos braços tentáculos familiares (leia-se a bisavó e a tia, que não querem que a menina saia do colo), suspirei e tive que escolher entre uma cochilada até meia noite ou ver o último capítulo da novela (que na verdade não vi ontem). Optei pela TV.

E eu rodei isso tudo só pra dizer que O FILHO DA PUTA DO AUTOR CASOU A MARIA DO CARMO COM O GIOVANNI MESMO!

Não se quebra o pacto com o espectador, gente! Fez-se uma promessa no início da novela, e ela não foi cumprida!

Desisti. Vou tirar as lentes de contato e fazer meditação.

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Que puta equipe de cinegrafistas para as externas aqui na Bahia! O cara que fez as aéreas tem alma de fotógrafo, e as terrestres, debaixo da ponte, estão soberbas! Muito bem trilhada a seqüência, e para quem não sabe, a música clássica que tocou enquanto a Nazaré dava o último espetáculo é "Adagio for Strings", do Samuel Barber. A cultura inútil: é a mesma música que toca no final de Platoon, quando o Sheen reflete sobre a guerra.

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Encontrei um ex-ficante no supermercado hoje. Levei uns dez minutos tentando saber se era ele mesmo, e só depois que ele virou de costas e vi as mechas grisalhas é que tive quase certeza.

cut to

— Daniela, você teve desejo de alguma coisa na gravidez?

Com ar sonhador:

— Tive... Ele tinha um metro e noventa, o cabelo começando a ficar grisalho...

Suspiro.

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Se você viu, você ouviu. E você se lembrou. Lembrou, não lembrou?

Ontem eu falei de você.

sexta-feira, março 11, 2005

Uma das minhas primeiras lembranças é uma história de Romeu e Julieta em desenhos animados em mangás. Eu tinha uns quatro anos, e aquele sangue viscoso que tanto jorrava me impressionou. Mais que o sangue, entretanto, me impressionaram os olhos.

Desde então os olhos dos mangás me fazem chorar.

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By the way...

Vou tatuar um mangá com o nome da Helena. Algum dos meus amigos artistas se propõe a desenhar, caridosamente?

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Eu ainda tenho esperanças de que o Dirceu case com a Maria do Carmo amanhã.
Pronto, confessei!

Sou doidinha pelo Sidney Magal.