Pova de resistência: uma caixa de Bis de avelã aberta, fresquinhos chocolatinhos só pra mim, e até agora, comi só três.
********
Culotes medonhos
Dona Patricia está, mais uma vez, equivocadíssima na sua função. J*sus me abane!
********
Cara de pau: se vangloriar de continuar ignorando o Bis, levantar e atacar mais três sem intervalo.
********
Chingón no BBB! Sério, o cara que trilha o programa é foda há dez edições!
********
Story of the Year
Apaixonei e estou baixando a discografia.
********
34 graus no OUTONO é mais do que a minha compreensão alcança. e não me venha com aquecimento global que eu grito.
Deixa chegar abril pra eu morrer de banzo...
********
Bunda quadrada
Tudo o que eu tinha que fazer no computador eu fiz hoje. Entre Houses, fiz uma pesquisa enorme para o trabalho. Amanhã só quero trabalhar no computador por uma hora, e depois finalizar uma parte substancial da pré-produção. Se eu vir mais um grafite que seja, juro, eu saio correndo e arrancando os cabelos.
Mas tô curtindo, sabe? Gosto da equipe (por enquanto, como sempre), gosto do projeto, gosto da abordagem, e sem rima, gosto dos personagens.
********
Doze litros de café, supressão de um dos comprimidos, e deu nisso: sono, meu filho, cadê você?
********
Nem adianta colocar protetor de link, cumpadrecitos, porque a de cá tem manha que até Ele duvida.
OK, Ele não duvida. Ele só balança a cabeça, dá um sorrisinho complacente e pensa:
— Ah, essa menina tem é arte, viu?
********
Meia noite e eu aqui, como se tivesse acabado de acordar. Hoje eu termino a releitura de A arte & ciência de roubar galinhas, do salve, salve, João Ubaldo.
********
Pedigree
Agora pare de chorar e vá adotar um Totó...
quarta-feira, março 31, 2010
segunda-feira, março 29, 2010
Prometheus
O caminho é duro, pedregoso e longo, e quando a gente começa a adaptar a sola dos pés ao desenho da estrada, muda tudo de novo, e lá vamos nós ferir as patas de novo, um bocado, até que nos ajustemos ao terreno. E aí muda de novo.
Sério, nunca vai passar?
**
Quase uma regeneração diária do fígado.
**
Meu Mestre Stephen King fala, em "Misery", que a dor é como uma maré. Vai descendo, e expondo o pilar do cais. Aí vem o analgésico, e a maré vai subindo, escondendo as traves, a dor sendo submersa junto.
Eu vinha subindo com a maré. Só que o movimento natural é a alternância. Lá estou eu de novo, com a dor exposta como se fosse esqueleto de baleia encalhado no mar, feio, ressequido, maré baixa em dia de lua crescente.
********
Minha paciência está por um triz.
**
Mas ainda bem que existem trabalhos bacanas, chefe legal que me recebe no meio da tarde de segunda-feira com um abraço e uma cerveja gelada. Juro. Votem nele.
Lembra de River Raid, do Atari? Que a gente tinha que passar com o aviãozinho pelos postos de gasolina para ganhar um tracinho de sobrevida? Eu hoje. Ir pra produtora foi meu "Fuel".
********
Carência

********
(Atualmente) Eu ODEIO luz cheia!
Sério, nunca vai passar?
**
Quase uma regeneração diária do fígado.
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Meu Mestre Stephen King fala, em "Misery", que a dor é como uma maré. Vai descendo, e expondo o pilar do cais. Aí vem o analgésico, e a maré vai subindo, escondendo as traves, a dor sendo submersa junto.
Eu vinha subindo com a maré. Só que o movimento natural é a alternância. Lá estou eu de novo, com a dor exposta como se fosse esqueleto de baleia encalhado no mar, feio, ressequido, maré baixa em dia de lua crescente.
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Minha paciência está por um triz.
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Mas ainda bem que existem trabalhos bacanas, chefe legal que me recebe no meio da tarde de segunda-feira com um abraço e uma cerveja gelada. Juro. Votem nele.
Lembra de River Raid, do Atari? Que a gente tinha que passar com o aviãozinho pelos postos de gasolina para ganhar um tracinho de sobrevida? Eu hoje. Ir pra produtora foi meu "Fuel".
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Carência

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(Atualmente) Eu ODEIO luz cheia!
sábado, março 27, 2010
Com tanto pra falar...
Quando escrevi ali em cima o título, a caixa de autocompletar me sinalizou que eu já tinha usado essa frase. Eu já tive tanto pra falar, e meu texto ainda não acabou.
É uma frase do refrão da música "Feita pra mim", do genial Fábio Cascadura, e que conheci aos 25 anos. Coloque quase nove anos aí. Quem me apresentou foi Ivan O., amigo que posso considerar "de infância", já que desde os doze anos gravitamos ao redor um do outro.
O refrão inteiro é forte.
"Se foi feita pra mim
Por que vai partir assim
Sem pensar em voltar?
Com tanto pra falar
Você bem sabe"
Glauber, ex-Dead Billies, gravou alguns poucos anos depois de eu tê-la conhecido, gravação esta que só conheci em 2007. Mas não era isso que eu ia falar.
Eu tinha tanto pra falar, principalmente hoje quando caiu uma ficha do tamanho de um elefante na minha cabeça. Uma ficha metafórica, na forma da faixa dos Filhos de Gandhy que achei no chão no penúltimo dia do carnaval.
Além da ficha-gigante, sabe o que mais? Parte do "tanto pra falar" é dito de mim para mim mesma. Como foi que eu passei o ano passado do jeito que passei? Depois de um ano como 2008, como foi que deixei 2009 chegar onde chegou? Como foi que descuidei tanto da minha carreira, do meu caminho pessoal?
Whatever. Deve ter sido por isso que repeti o ritual de 2008 em 2010.
E deixa eu parar com a baboseira, que já deu, a esta hora. Tempo de encontrar meus pares.
É uma frase do refrão da música "Feita pra mim", do genial Fábio Cascadura, e que conheci aos 25 anos. Coloque quase nove anos aí. Quem me apresentou foi Ivan O., amigo que posso considerar "de infância", já que desde os doze anos gravitamos ao redor um do outro.
O refrão inteiro é forte.
"Se foi feita pra mim
Por que vai partir assim
Sem pensar em voltar?
Com tanto pra falar
Você bem sabe"
Glauber, ex-Dead Billies, gravou alguns poucos anos depois de eu tê-la conhecido, gravação esta que só conheci em 2007. Mas não era isso que eu ia falar.
Eu tinha tanto pra falar, principalmente hoje quando caiu uma ficha do tamanho de um elefante na minha cabeça. Uma ficha metafórica, na forma da faixa dos Filhos de Gandhy que achei no chão no penúltimo dia do carnaval.
Além da ficha-gigante, sabe o que mais? Parte do "tanto pra falar" é dito de mim para mim mesma. Como foi que eu passei o ano passado do jeito que passei? Depois de um ano como 2008, como foi que deixei 2009 chegar onde chegou? Como foi que descuidei tanto da minha carreira, do meu caminho pessoal?
Whatever. Deve ter sido por isso que repeti o ritual de 2008 em 2010.
E deixa eu parar com a baboseira, que já deu, a esta hora. Tempo de encontrar meus pares.
sexta-feira, março 26, 2010
Samba esquema noise
Em 19-12-2008 (No fotolog)
A felicidade como a morte
É como um concurso milionário da Tv
Existe um globo infinito
Com bilhões de bolinhas
Girando
Em algum lugar
A cada instante uma deusa
Retira um número
Que pode ser o meu
Dá pra entender?
********
Esta tal deusa
Retirou
O meu número
Porque a felicidade...
**
E eu queria alguma coisa que me respondesse as perguntas que estão escritas sobre a minha pele. A solução veio na forma de Samba Esquema Noise, que não ouço há tanto tempo, e que milagrosamente ainda não foi apagada.
Quem ouviu sabe que o tom não é dos mais animadores, mas lembrei que há pouco mais de um ano, essa música embalou um post transbordando de felicidade. Neste post, os trechos em itálico. Aí as coisas fizeram sentido. Novamente o número que a tal deusa tirou foi o meu.
Eu só não tinha visto, e pra ser bem franca, ainda é difícil de acreditar.
**
E o número
Que saiu
É o meu.
**
********
Uma hora e meia de passado delivery.
A felicidade como a morte
É como um concurso milionário da Tv
Existe um globo infinito
Com bilhões de bolinhas
Girando
Em algum lugar
A cada instante uma deusa
Retira um número
Que pode ser o meu
Dá pra entender?
********
Esta tal deusa
Retirou
O meu número
Porque a felicidade...
**
E eu queria alguma coisa que me respondesse as perguntas que estão escritas sobre a minha pele. A solução veio na forma de Samba Esquema Noise, que não ouço há tanto tempo, e que milagrosamente ainda não foi apagada.
Quem ouviu sabe que o tom não é dos mais animadores, mas lembrei que há pouco mais de um ano, essa música embalou um post transbordando de felicidade. Neste post, os trechos em itálico. Aí as coisas fizeram sentido. Novamente o número que a tal deusa tirou foi o meu.
Eu só não tinha visto, e pra ser bem franca, ainda é difícil de acreditar.
**
E o número
Que saiu
É o meu.
**
********
Uma hora e meia de passado delivery.
terça-feira, março 23, 2010
Ordem nesta zona
Zilhares de coisas para fazer amanhã, e ambiciono terminar o trabalho até a hora do almoço. Depois, quero enfiar a mão na primeira parte da bagunça que TEM que sumir até o fim do dia.
Ah, cansei do velho! Vou deixar espaço para o novo chegar. Mesmo que sejam PROBLEMAS novos, mas ainda assim, novidades. Estou saturada de sofrer pelas mesmas coisas.
********
Dei uma empacada nas séries. Ainda não sei se é bom ou ruim. Mas tenho um longo final de semana sem a Lourinha, o que vai me dar tempo mais que suficiente para adiantar uma temporada de My name's Earl e House.
********
Eu sei que estou em dívida com pessoas queridas. Mas é só fase, meus amigos do coração, é só fase. Dia desses eu boto dois papéis de cinco no bolso, maquiagem de diva e saltos altíssimos, e aí mato as saudades com um café, um chopp, uma caipirinha ou uma bolha de sabão.
********
Luto
Ainda estou na fase da barganha. É depois que vem a raiva? Acho que estou pegando esse caminho.
********

¿Dónde aprendiste a bailar? Con el viento...
Roubado do @gabrielouback
********
Hectolitros de chá para ver se enche a barriga e passa a fome. Até agora, não resolveu nada.
********
Quero outro dia nascendo com chuva.
********
Sono, algum sono.
********
UPDATE
Pedi chuva, apertei "Publicar", e no segundo seguinte, a chuva caiu.
Que mais posso pedir, para poder ser atendida tão prontamente?
Ah, cansei do velho! Vou deixar espaço para o novo chegar. Mesmo que sejam PROBLEMAS novos, mas ainda assim, novidades. Estou saturada de sofrer pelas mesmas coisas.
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Dei uma empacada nas séries. Ainda não sei se é bom ou ruim. Mas tenho um longo final de semana sem a Lourinha, o que vai me dar tempo mais que suficiente para adiantar uma temporada de My name's Earl e House.
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Eu sei que estou em dívida com pessoas queridas. Mas é só fase, meus amigos do coração, é só fase. Dia desses eu boto dois papéis de cinco no bolso, maquiagem de diva e saltos altíssimos, e aí mato as saudades com um café, um chopp, uma caipirinha ou uma bolha de sabão.
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Luto
Ainda estou na fase da barganha. É depois que vem a raiva? Acho que estou pegando esse caminho.
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¿Dónde aprendiste a bailar? Con el viento...
Roubado do @gabrielouback
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Hectolitros de chá para ver se enche a barriga e passa a fome. Até agora, não resolveu nada.
********
Quero outro dia nascendo com chuva.
********
Sono, algum sono.
********
UPDATE
Pedi chuva, apertei "Publicar", e no segundo seguinte, a chuva caiu.
Que mais posso pedir, para poder ser atendida tão prontamente?
domingo, março 21, 2010
Pedrada
Do Terra
Quarta, 17 de março de 2010
Já faz algum tempo que você sabe da necessidade de romper com padrões antigos e dar passos mais assertivos em direção ao novo. Assim que você deixar para trás esses padrões as mudanças positivas seguirão uma atrás da outra.
********
Viver a Vida ao vivo
.Só eu tenho gastura de sombra rosa? Não parece um processo infeccioso no olho?
."Arruma meu armário, você?" Hã? E o meu, por que ninguém quer arrumar?
.
********
"Quão mais sofrido é o caminho para a maturidade, mais fibra parece que a pessoa adquire" - @barbaragancia, em sua coluna na Folha, e roubado do @gabrielouback.
********
Quatro dias para escrever uma postagem. Puts, o caracol acaba de passar por mim.
********
Mais uma roubada do @gabrielouback
talvez vc não perceba o quão incrível é isso, só pelo fato de ser.
É a melhor frase para explicar duas coincidências improváveis para um domingo.
********
Remedinho só depois das oito e meia...
********
UPDATE DAS 20:20
Vá e volte
João
Wainer
é foda!!
Sério: ele é completo. Ele escreve tão coloquialmente que fica a impressão de ser uma pessoa que conhecemos. E as fotos, putaquepariu, as fotos são os olhos que eu queria ter!
********
@TELEFUNKSOUL, alvinegro. @danielahenning, flamenguista desleixada, porém apaixonada. Os times estão jogando, empatados, e os dois nerds estão trocando picuinhas via twitter. Faz sentido?
********
Quarta, 17 de março de 2010
Já faz algum tempo que você sabe da necessidade de romper com padrões antigos e dar passos mais assertivos em direção ao novo. Assim que você deixar para trás esses padrões as mudanças positivas seguirão uma atrás da outra.
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Viver a Vida ao vivo
.Só eu tenho gastura de sombra rosa? Não parece um processo infeccioso no olho?
."Arruma meu armário, você?" Hã? E o meu, por que ninguém quer arrumar?
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"Quão mais sofrido é o caminho para a maturidade, mais fibra parece que a pessoa adquire" - @barbaragancia, em sua coluna na Folha, e roubado do @gabrielouback.
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Quatro dias para escrever uma postagem. Puts, o caracol acaba de passar por mim.
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Mais uma roubada do @gabrielouback
talvez vc não perceba o quão incrível é isso, só pelo fato de ser.
É a melhor frase para explicar duas coincidências improváveis para um domingo.
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Remedinho só depois das oito e meia...
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UPDATE DAS 20:20
Vá e volte
João
Wainer
é foda!!
Sério: ele é completo. Ele escreve tão coloquialmente que fica a impressão de ser uma pessoa que conhecemos. E as fotos, putaquepariu, as fotos são os olhos que eu queria ter!
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@TELEFUNKSOUL, alvinegro. @danielahenning, flamenguista desleixada, porém apaixonada. Os times estão jogando, empatados, e os dois nerds estão trocando picuinhas via twitter. Faz sentido?
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terça-feira, março 16, 2010
Um bom dia...
Se é pra viver, que seja assim: sair de uma reunião para a outra, titular cada página do caderno com o nome do trabalho do momento. Tem que ser assim mesmo, com duas equipes de trabalho sensacionais, mesmo sendo tão diferentes entre elas.
E tem que me encontrar desse jeito: abrindo muitos espaços, tirando o velho para vir o novo. Tudo novo.
Quer dizer...
********
Projetos, projetos...
Acho que alguma coisa está acontecendo beeeeeeeeeem devagar, com todo o tempo do mundo para alcançar o sol e estender os galhinhos em direção à luz.
********
Em falando em projeto, um deles foi severamente adiado. 30 looooongos dias nos separam do "Gravando!".
********
Adoro cenas de aéreas, com helicópteros circulando em torno de um ponto fixo.
********
Viver a Vida ao vivo
1) Se ela subisse naquele banquinho na beira do heliponto, eu caia durinha de pavor.
2) Bárbara P*az não me convence, viu?
3) Essa câmera nervosinha do núcleo da favela é bem bacana.
4) "Eu tava infeliz! Como eu estava infeliz! E o pior: eu estava me acostumando a ser infeliz!". PUTAQUEOPARIU!
********
Pobre é uma merda!
Dia bom é quando tenho três celulares ligados 24 horas.
********
E gente velha?
Guns'n'Roses Greatest Hits: conheço quase tudo!
********
Só não vou pro BBB porque tenho medo de alguém fazer umas camisetas com a minha foto. Tenho CERTEZA de que o povo escolheria a PIOR foto, aquela mesma que mostra papada, rugas, olho vesgo...
********
Beijo, boa noite.
E tem que me encontrar desse jeito: abrindo muitos espaços, tirando o velho para vir o novo. Tudo novo.
Quer dizer...
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Projetos, projetos...
Acho que alguma coisa está acontecendo beeeeeeeeeem devagar, com todo o tempo do mundo para alcançar o sol e estender os galhinhos em direção à luz.
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Em falando em projeto, um deles foi severamente adiado. 30 looooongos dias nos separam do "Gravando!".
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Adoro cenas de aéreas, com helicópteros circulando em torno de um ponto fixo.
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Viver a Vida ao vivo
1) Se ela subisse naquele banquinho na beira do heliponto, eu caia durinha de pavor.
2) Bárbara P*az não me convence, viu?
3) Essa câmera nervosinha do núcleo da favela é bem bacana.
4) "Eu tava infeliz! Como eu estava infeliz! E o pior: eu estava me acostumando a ser infeliz!". PUTAQUEOPARIU!
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Pobre é uma merda!
Dia bom é quando tenho três celulares ligados 24 horas.
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E gente velha?
Guns'n'Roses Greatest Hits: conheço quase tudo!
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Só não vou pro BBB porque tenho medo de alguém fazer umas camisetas com a minha foto. Tenho CERTEZA de que o povo escolheria a PIOR foto, aquela mesma que mostra papada, rugas, olho vesgo...
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Beijo, boa noite.
segunda-feira, março 15, 2010
Hein?
Nunca imaginei que esse dia chegaria, mas...
... que bom que o Jô Soares volta hoje!
********
Ladeira abaixo
Lendo revista M*inha N*ovela pela internet.
********
Embromando aqui enquanto o sonífero não faz efeito.
********
Quase perdi a hora por causa do meu celular cheio de vontades. Ele sussura quando o número está registrado na agenda, e grita um pouquinho mais alto quando o número é desconhecido.
O tom do despertador, e escolhi o mais espalhafatoso, é mínimo, pra quem sonha com carneirinhos brancos. A Lourinha engatou uma segunda no sono, e não fosse o senso de responsabilidade, que grita muito alto e dentro da consciência, teríamos amabas acordado lá pelo meio dia.
********
Pronto: já desliguei a TV. Mas pra que os BBBs estavam ganhando ponto, mesmo? A Pequena acordou bem na hora, e fui até o quarto com ela, ficar espiando o quanto minha comprida encompridou.
********
Hoje eu não dei a mínima para os sinais.
Ok, no início da noite fui dar uma olhadinha na vida, e estava lá o sinal, reluzente como Ferrari nova.
... que bom que o Jô Soares volta hoje!
********
Ladeira abaixo
Lendo revista M*inha N*ovela pela internet.
********
Embromando aqui enquanto o sonífero não faz efeito.
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Quase perdi a hora por causa do meu celular cheio de vontades. Ele sussura quando o número está registrado na agenda, e grita um pouquinho mais alto quando o número é desconhecido.
O tom do despertador, e escolhi o mais espalhafatoso, é mínimo, pra quem sonha com carneirinhos brancos. A Lourinha engatou uma segunda no sono, e não fosse o senso de responsabilidade, que grita muito alto e dentro da consciência, teríamos amabas acordado lá pelo meio dia.
********
Pronto: já desliguei a TV. Mas pra que os BBBs estavam ganhando ponto, mesmo? A Pequena acordou bem na hora, e fui até o quarto com ela, ficar espiando o quanto minha comprida encompridou.
********
Hoje eu não dei a mínima para os sinais.
Ok, no início da noite fui dar uma olhadinha na vida, e estava lá o sinal, reluzente como Ferrari nova.
Closing time
E desde então, desde sexta-feira, cumpri extensa agenda de Faz-Merdinha da Estrel*a. Turnê do Fim do Mundo. Chame como quiser essa longa auto-sabotagem, mas não me tire o peso da responsabilidade, tampouco o da vergonha.
Hoje, depois de medicação dobrada tomada ontem, e um dia razoavelmente produtivo profissionalmente, e tendo pela frente uma semana cheia de coisas para fazer, produzir e resolver, hoje finalmente consegui colocar o nariz para fora da linha d'água e respirar um pouco melhor. Sim, eu tenho um problema gigantesco. Não, não tenho idéia de como resolver. Sim, é a primeira vez que falo sobre isso. Não, não vou expor tanto assim.
Fato é que há MUITOS dias minha pálpebra esquerda pula intermitentemente (e tive que reler essa palavra só com um dos olhos abertos para checar se estava certa. Míope é foda.), minha digestão está um lixo, e o que há de ser dito sobre meu disturbio alimentar? Não durmo de noite, de dia nem sempre dá, estou sensível como se a pele estivesse do avesso.
E isso tudo tem que passar. Em algum momento, por um momento que fosse, eu queria experimentar como é ter uma vida normal. Juro: na próxima vida volto formiga.
********
Há anos, em todo computador que tenho, crio um notepad chamado "Thing's that I can't leave behind".
Bonitinho, né?
********
Nem sou muito de novela, mas se começar Viver a Vida e eu estiver com a TV ligada, vou até o fim.
********
Aí dia desses fui pra cama, liguei a TV só para ter companhia enquanto tirava as lentes de contato. Começou a passar um filme cheio de mentiradas, Tiros, perseguições inverossímeis e participação do Sylvester Stallone, ou seja, perfeito. Taxi 3. Porra, quando acabou o "teaser", eu queria mais.
Me prometi que não ia assistir naquela hora, mas que procuraria pela internet. Pois não é que a trilogia é dirigida pelo salve, salve, lindo, lindo Luc Besson? Não baixei ainda, mas vou reservá-lo para o final de semana que vem. Descanso da guerreira, sabor dever cumprido (e dinheiro no banco).
********
Depois dos dias com o primo cariocandango, como ver comercial de Kinderovo sem rir e lembrar dele?
********
BTW, Precious é FODA!!!
Hoje, depois de medicação dobrada tomada ontem, e um dia razoavelmente produtivo profissionalmente, e tendo pela frente uma semana cheia de coisas para fazer, produzir e resolver, hoje finalmente consegui colocar o nariz para fora da linha d'água e respirar um pouco melhor. Sim, eu tenho um problema gigantesco. Não, não tenho idéia de como resolver. Sim, é a primeira vez que falo sobre isso. Não, não vou expor tanto assim.
Fato é que há MUITOS dias minha pálpebra esquerda pula intermitentemente (e tive que reler essa palavra só com um dos olhos abertos para checar se estava certa. Míope é foda.), minha digestão está um lixo, e o que há de ser dito sobre meu disturbio alimentar? Não durmo de noite, de dia nem sempre dá, estou sensível como se a pele estivesse do avesso.
E isso tudo tem que passar. Em algum momento, por um momento que fosse, eu queria experimentar como é ter uma vida normal. Juro: na próxima vida volto formiga.
********
Há anos, em todo computador que tenho, crio um notepad chamado "Thing's that I can't leave behind".
Bonitinho, né?
********
Nem sou muito de novela, mas se começar Viver a Vida e eu estiver com a TV ligada, vou até o fim.
********
Aí dia desses fui pra cama, liguei a TV só para ter companhia enquanto tirava as lentes de contato. Começou a passar um filme cheio de mentiradas, Tiros, perseguições inverossímeis e participação do Sylvester Stallone, ou seja, perfeito. Taxi 3. Porra, quando acabou o "teaser", eu queria mais.
Me prometi que não ia assistir naquela hora, mas que procuraria pela internet. Pois não é que a trilogia é dirigida pelo salve, salve, lindo, lindo Luc Besson? Não baixei ainda, mas vou reservá-lo para o final de semana que vem. Descanso da guerreira, sabor dever cumprido (e dinheiro no banco).
********
Depois dos dias com o primo cariocandango, como ver comercial de Kinderovo sem rir e lembrar dele?
********
BTW, Precious é FODA!!!
sexta-feira, março 12, 2010
Ecos
E eu saí, sim, e nessa saída, mais longa do que eu planejava, quase chorei.
Eu não sei me conformar com a idéia de que algumas coisas fogem da alçada do meu livre arbítrio. Sabe lá que porra eu aprontei para ter um carma desses, o da repetição. O inferno é a repetição.
Mal saio de casa e sou atingida por mais um sinal de que realmente as coisas não vão se decidir através das minhas escolhas. É uma merda ter que aprender a seguir a correnteza. E quem nada no mar sabe o quanto é inútil nadar contra. A melhor maneira de sair da corrente é nadar a favor. Ou acreditar e acreditar, mesmo sem ver a prova.
Ou mesmo tentar ignorar a prova.
Eu não sei me conformar com a idéia de que algumas coisas fogem da alçada do meu livre arbítrio. Sabe lá que porra eu aprontei para ter um carma desses, o da repetição. O inferno é a repetição.
Mal saio de casa e sou atingida por mais um sinal de que realmente as coisas não vão se decidir através das minhas escolhas. É uma merda ter que aprender a seguir a correnteza. E quem nada no mar sabe o quanto é inútil nadar contra. A melhor maneira de sair da corrente é nadar a favor. Ou acreditar e acreditar, mesmo sem ver a prova.
Ou mesmo tentar ignorar a prova.
Em tempo
Espontaneidade é tudo!
Estou eu lendo a notícia de um show, evento esse que tenho certeza que um certo humano adoraria ir.
Antes de apertar o botão de "criar nova mensgaem" no Outlook, veio de dentro das minhas entranhas:
— AH, VAI TE FODER!
Foi libertador, sabia?
********
Beijonãomeliga!
Estou eu lendo a notícia de um show, evento esse que tenho certeza que um certo humano adoraria ir.
Antes de apertar o botão de "criar nova mensgaem" no Outlook, veio de dentro das minhas entranhas:
— AH, VAI TE FODER!
Foi libertador, sabia?
********
Beijonãomeliga!
Friday night
OK, dia mundial da periguetagem. Mas não quando você teve alguns dias na semana destinados a esse fim, incluindo a noite anterior. Tipo eu, assim.
Hoje estou um bagaço, e motivos tenho muitos. Dois trabalhos correndo em paralelo. Insônia galopante. Caminhadíssima, longa e extenuante. Pior que tudo: botar a vida em ordem (pelo menos no plano mental) nos 50 minutos de caminhada acelerada. Música e um sentido para essa balbúrdia toda.
Então, nesta sexta-feira cheia de estrelas no céu (e sinais na Terra), eu quero mais é comprar minhas Brahmas Fresh, colocar as pernas pra cima e assistir Precious do alto do meu reinado.
**
Mas amanhã tem Buena Vista Social Club, e eu lá!
********
Vi o making of do filme que fizemos em novembro. Não adianta: por maior que tenha sido o pesadelo do durante (e creiam-me, kids, foi um dos trabalhos mais casca grossa que eu já peguei), a gente só lembra das partes boas, da alegria do último dia, da festa do depois.
Deve ser por isso que o audiovisual sobrevive: memória curta e seletiva.
********
@danielahenning
Se você me segue no Twitter, diga se não são deliciosas as pérolas do @millor, que eu retuíto quase diariamente?
********
Sou geminiana, eu POSSO mudar de idéia!
Vou botar musiquinha no ouvido, chinelos nos pés, cartão de crédito no bolso e sair por aí, pelos arrabaldes, jogando charme.
Volto já!
Hoje estou um bagaço, e motivos tenho muitos. Dois trabalhos correndo em paralelo. Insônia galopante. Caminhadíssima, longa e extenuante. Pior que tudo: botar a vida em ordem (pelo menos no plano mental) nos 50 minutos de caminhada acelerada. Música e um sentido para essa balbúrdia toda.
Então, nesta sexta-feira cheia de estrelas no céu (e sinais na Terra), eu quero mais é comprar minhas Brahmas Fresh, colocar as pernas pra cima e assistir Precious do alto do meu reinado.
**
Mas amanhã tem Buena Vista Social Club, e eu lá!
********
Vi o making of do filme que fizemos em novembro. Não adianta: por maior que tenha sido o pesadelo do durante (e creiam-me, kids, foi um dos trabalhos mais casca grossa que eu já peguei), a gente só lembra das partes boas, da alegria do último dia, da festa do depois.
Deve ser por isso que o audiovisual sobrevive: memória curta e seletiva.
********
@danielahenning
Se você me segue no Twitter, diga se não são deliciosas as pérolas do @millor, que eu retuíto quase diariamente?
********
Sou geminiana, eu POSSO mudar de idéia!
Vou botar musiquinha no ouvido, chinelos nos pés, cartão de crédito no bolso e sair por aí, pelos arrabaldes, jogando charme.
Volto já!
Sem queixas
No dia de maior quantidade de trabalho da semana, eu resolvo me apaixonar pelos dez primeiros minutos de Precious, e vou ter que esperar até sábado de manhã para assistir inteiro.

Logo eu, famosa por dormir antes da metade de cada filme que assisto...
**
E no dia em que o primo querido cariocandango volta pra BSB, é quando tenho 300 coisas para fazer no trabalho, e não posso pegar uma prainha de manhã com ele...
********
Noite de diva, jantar no Acqua, vestida de gente (ao invés de estar trajada como uma retirante do Saara, coberta de andrajos fresquinhos para segurar a onda dos 36 graus que fizeram ontem), com turma querida.
********
Quando é o próximo episódio de Desperate Housewives?
********
Época de fazer checkup. Alguém se prontifica a marcar meus médicos para mim?
********
Chuveiro frio não bom. Arrumar alfarrábios e subir já para a casa dos meus pais para tomar banho morninho, com shampoo do Boticário.

Logo eu, famosa por dormir antes da metade de cada filme que assisto...
**
E no dia em que o primo querido cariocandango volta pra BSB, é quando tenho 300 coisas para fazer no trabalho, e não posso pegar uma prainha de manhã com ele...
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Noite de diva, jantar no Acqua, vestida de gente (ao invés de estar trajada como uma retirante do Saara, coberta de andrajos fresquinhos para segurar a onda dos 36 graus que fizeram ontem), com turma querida.
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Quando é o próximo episódio de Desperate Housewives?
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Época de fazer checkup. Alguém se prontifica a marcar meus médicos para mim?
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Chuveiro frio não bom. Arrumar alfarrábios e subir já para a casa dos meus pais para tomar banho morninho, com shampoo do Boticário.
segunda-feira, março 08, 2010
Paralelas
E as paralelas dos pneus n'água das ruas
São duas estradas nuas
Em que foges do que é teu
********
Primo cariocandango chegou, e uma pizza foi providenciada para que nos reuníssemos ao redor da mesa, gargalhadas acumuladas neste quase ano desde que nos vimos pela última vez.
Na volta da casa da mamãe, música no ouvido, a tradicional conversa com Aquele que tanto ri da minha cara. Uma pergunta, e uma resposta musicada, com a devida confirmação visual. Eu devo ser a única pessoa que recebe sinais de que as coisas vão melhorar, e ainda assim sente um aperto no coração.
Tem sido mais confortável sofrer pelos outros do que comemorar as minhas boas notícias — que tem sido raríssimas. Mas nem era isso que eu ia dizer.
**
1052
E eu, com a cara mais lavada, digo:
— Por que não?
Leoni
********
Eu IA falar sobre silêncio, o quanto amo, e a raridade deste item na minha casa. Aí passou um caminhão, e toda a poesia se desfez na esteira da fumaça cinza do escapamento.
********
No apartamento, oitavo andar
Abro a vidraça e grito quando o carro passa:
— Teu infinito sou eu!
**
Lindo, né? Conta minha mãe que esta de cá chegou no pediatra, aos dois ou três anos, e cantou Paralelas inteira para ele.
Não, não era o prenúncio de uma infância feliz.
********
Estou com o coração tão amassado hoje que parece um resto mal sucedido de origami.
********
GVT há dois dias com uma conexão digna da época do modem de 9600 kb. Bela merda, viu?
********
A saga do apartamento continua. *suspiro*
********
No Corcovado, quem abre os braços sou eu!
Copacabana, esta semana, o mar sou eu!
São duas estradas nuas
Em que foges do que é teu
********
Primo cariocandango chegou, e uma pizza foi providenciada para que nos reuníssemos ao redor da mesa, gargalhadas acumuladas neste quase ano desde que nos vimos pela última vez.
Na volta da casa da mamãe, música no ouvido, a tradicional conversa com Aquele que tanto ri da minha cara. Uma pergunta, e uma resposta musicada, com a devida confirmação visual. Eu devo ser a única pessoa que recebe sinais de que as coisas vão melhorar, e ainda assim sente um aperto no coração.
Tem sido mais confortável sofrer pelos outros do que comemorar as minhas boas notícias — que tem sido raríssimas. Mas nem era isso que eu ia dizer.
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1052
E eu, com a cara mais lavada, digo:
— Por que não?
Leoni
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Eu IA falar sobre silêncio, o quanto amo, e a raridade deste item na minha casa. Aí passou um caminhão, e toda a poesia se desfez na esteira da fumaça cinza do escapamento.
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No apartamento, oitavo andar
Abro a vidraça e grito quando o carro passa:
— Teu infinito sou eu!
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Lindo, né? Conta minha mãe que esta de cá chegou no pediatra, aos dois ou três anos, e cantou Paralelas inteira para ele.
Não, não era o prenúncio de uma infância feliz.
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Estou com o coração tão amassado hoje que parece um resto mal sucedido de origami.
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GVT há dois dias com uma conexão digna da época do modem de 9600 kb. Bela merda, viu?
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A saga do apartamento continua. *suspiro*
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No Corcovado, quem abre os braços sou eu!
Copacabana, esta semana, o mar sou eu!
sábado, março 06, 2010
Piada roteirizada
Desde ontem D*us tem feito das suas com Cristóvão, e o que era uma quase certeza, foi confirmado hoje. Os sinais-coincidências se avolumam no meu cotidiano, e sempre rendem um sorrisinho de canto de boca. Tá ficando divertido.
Se por um lado eu quase sei o roteiro ("quer ver D*us rir? Conte a ele seus planos"), não tenho idéia de onde estarei na terça-feira.
Vem comigo. Eu te explico no caminho.
********
Primo carioca-candango chega amanhã. Alguém tem idéia do quanto de farra vou fazer até sexta-feira com esse querido?
********
Passo os dias vendo House, My name's Earl, e poupando os últimos episódios de Grey's Anatomy. Quando escurece, baixa o Caboclo Rabiscador, e lá vou eu escrever. Projeto com amigo gato-gato-gato, decupagem de roteiro, roteiros meus, o que pular do Word eu ataco.
Sim, eu morro de sono de manhã.
********
BBB ao vivo
Tiro no pé esse merchandising do Guaraná Antárctica. Tiro seis no dado, dois anos sem provar o refrigerante.
No mundo ideal, alguém vomitaria ESGUICHOS de guaraná.
**
Desculpa: sou especializada em tiros no pé.
********
Promoção da TAM, e geral congestionou o site. 209 reais Salvador-Rio. Eu devia ter ido ao balcão da empresa para comprar um suprimento de paz de espírito, leia-se passagens pro Rio.
********
Estou a dois dias de mandar um email pra um amigo perguntando sobre o mercado de produção em São Paulo.
Se eu ia? Eu VOU, se tiver vaga.
Sei lá... saudade de casa.
********
Assistindo Tolerância, da salve, salve, linda, linda Casa de Cinema de Porto Alegre. Boa escolha, amo o que quer que saia de lá (pelo menos até agora).
Se por um lado eu quase sei o roteiro ("quer ver D*us rir? Conte a ele seus planos"), não tenho idéia de onde estarei na terça-feira.
Vem comigo. Eu te explico no caminho.
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Primo carioca-candango chega amanhã. Alguém tem idéia do quanto de farra vou fazer até sexta-feira com esse querido?
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Passo os dias vendo House, My name's Earl, e poupando os últimos episódios de Grey's Anatomy. Quando escurece, baixa o Caboclo Rabiscador, e lá vou eu escrever. Projeto com amigo gato-gato-gato, decupagem de roteiro, roteiros meus, o que pular do Word eu ataco.
Sim, eu morro de sono de manhã.
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BBB ao vivo
Tiro no pé esse merchandising do Guaraná Antárctica. Tiro seis no dado, dois anos sem provar o refrigerante.
No mundo ideal, alguém vomitaria ESGUICHOS de guaraná.
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Desculpa: sou especializada em tiros no pé.
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Promoção da TAM, e geral congestionou o site. 209 reais Salvador-Rio. Eu devia ter ido ao balcão da empresa para comprar um suprimento de paz de espírito, leia-se passagens pro Rio.
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Estou a dois dias de mandar um email pra um amigo perguntando sobre o mercado de produção em São Paulo.
Se eu ia? Eu VOU, se tiver vaga.
Sei lá... saudade de casa.
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Assistindo Tolerância, da salve, salve, linda, linda Casa de Cinema de Porto Alegre. Boa escolha, amo o que quer que saia de lá (pelo menos até agora).
Marina no ar
Engraçado lembrar hoje de um trecho tão nada a ver, para lembrar do resto agora...
********
Freak Time
Assistir filme manjado (mas eu nunca tinha visto) acompanhada por um amigo... Que está a 20 km da minha casa, no MSN.
********
# 137
Para ele, sair de A até B significa formar um arabesco com o trajeto. Sempre foi muito mais fácil burlar o legalmente aceitável.
********
Wish List
Um data show.
********
Esse Roberto Paiva, da Globo, me enche a barriga de calafrios a cada vez que o vejo. Não, ele não é repugnante, pelo contrário: é deveras atraente, mais ainda porque me lembra fortemente aquele motivador do curso de jornalismo.
********
Dor de ouvido rocks. Prainha depois do expediente faz feliz... Mas o dia seguinte não é dos melhores.
********
Morro de vontade de assistir 24 horas. Como, oh, my Lord, encaixar mais uma série, quando tenho Grey's Anatomy, Lost, My name's Earl, The Mentalist, House, Flash Forward, Desperate Housewives, um eventual Dexter e já colecionando Private Practice?
********
Ao contrário do ex, adoro tomar minha cerveja na paz do meu sacrossanto lar. Tenho estado muito na minha própria companhia, principalmente de dezembro pra cá.
Ainda que hoje tenha montado a drag para dar pinta na rua, com lenço no pescoço, camisa de botão e tudo o mais, fiquei quase aliviada quando o terceiro telefonema não obteve êxito na busca da balada boa e barata.
Comprei quatro Brahmas Fresh (lembram da lista do "Be single"?) depois do meu compromisso marcado, sai da fantasia de gatinha da balada, entrei no pijama cor de rosa e eis-me aqui, sem arrependimento de estar aqui a esta hora tardia.
Só o que ouço é o silêncio, enfim, e o matraquear do meu teclado. O sinal lá fora, quase ao lado da minha janela, abre e fecha para ninguém, e você já imaginou maior solidão que a do farol de trânsito, quando a madrugada fialmente chega e faz com que ele repita ad nauseum o que ninguém mais vê?
É isso que vejo da minha janela, noite após noite: um vazio de carros, de gente, a inutilidade de continuar vigiando encruzilhadas, abrindo verde e fechando vermelho para uma platéia inexistente.
Quase uma metáfora da minha vida. Mas o dia clareia, e finalmente o verde e o vermelho voltam a ter utilidade. Como eu: em algum momento vai amanhecer, e eu vou estar de prontidão, como o semáforo da minha janela. Como me propus como meta de vida.
********
Último episódio da 3a. temporada de My name's Earl, e vou dormir. Juro.
********
Freak Time
Assistir filme manjado (mas eu nunca tinha visto) acompanhada por um amigo... Que está a 20 km da minha casa, no MSN.
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# 137
Para ele, sair de A até B significa formar um arabesco com o trajeto. Sempre foi muito mais fácil burlar o legalmente aceitável.
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Wish List
Um data show.
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Esse Roberto Paiva, da Globo, me enche a barriga de calafrios a cada vez que o vejo. Não, ele não é repugnante, pelo contrário: é deveras atraente, mais ainda porque me lembra fortemente aquele motivador do curso de jornalismo.
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Dor de ouvido rocks. Prainha depois do expediente faz feliz... Mas o dia seguinte não é dos melhores.
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Morro de vontade de assistir 24 horas. Como, oh, my Lord, encaixar mais uma série, quando tenho Grey's Anatomy, Lost, My name's Earl, The Mentalist, House, Flash Forward, Desperate Housewives, um eventual Dexter e já colecionando Private Practice?
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Ao contrário do ex, adoro tomar minha cerveja na paz do meu sacrossanto lar. Tenho estado muito na minha própria companhia, principalmente de dezembro pra cá.
Ainda que hoje tenha montado a drag para dar pinta na rua, com lenço no pescoço, camisa de botão e tudo o mais, fiquei quase aliviada quando o terceiro telefonema não obteve êxito na busca da balada boa e barata.
Comprei quatro Brahmas Fresh (lembram da lista do "Be single"?) depois do meu compromisso marcado, sai da fantasia de gatinha da balada, entrei no pijama cor de rosa e eis-me aqui, sem arrependimento de estar aqui a esta hora tardia.
Só o que ouço é o silêncio, enfim, e o matraquear do meu teclado. O sinal lá fora, quase ao lado da minha janela, abre e fecha para ninguém, e você já imaginou maior solidão que a do farol de trânsito, quando a madrugada fialmente chega e faz com que ele repita ad nauseum o que ninguém mais vê?
É isso que vejo da minha janela, noite após noite: um vazio de carros, de gente, a inutilidade de continuar vigiando encruzilhadas, abrindo verde e fechando vermelho para uma platéia inexistente.
Quase uma metáfora da minha vida. Mas o dia clareia, e finalmente o verde e o vermelho voltam a ter utilidade. Como eu: em algum momento vai amanhecer, e eu vou estar de prontidão, como o semáforo da minha janela. Como me propus como meta de vida.
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Último episódio da 3a. temporada de My name's Earl, e vou dormir. Juro.
sexta-feira, março 05, 2010
Outro mundo de Dani
Não costumo fazer isso, mas hoje tem post novo no fotolog! Fiquei tão felizinha que achei que valia a pena dividir com o mundo. Veja lá e volte.
********
E tem gente nova que eu adoro aí do lado (Mari e Zeca Forehead), tem link consertado (João Wainer), saiu gente que não escrevia mais (chuif, sinto falta).
E bonde, meu povo, anda é pra frente mesmo!
********
E tem gente nova que eu adoro aí do lado (Mari e Zeca Forehead), tem link consertado (João Wainer), saiu gente que não escrevia mais (chuif, sinto falta).
E bonde, meu povo, anda é pra frente mesmo!
quarta-feira, março 03, 2010
Blogging & Watching
Adoro filme nacional porque dá pra fazer várias coisas ao mesmo tempo. Dispendo muita energia em só ouvir, sem ler, os filmes de língua inglesa.
Durval Discos, agora. Etti Fraser é meu pastor.
Sim, tenho retardo fílmico.
**
Marisa Orth de boné só me lembra o meu lema: Mulher de boné é frentista.
********
Meio maço de cigarros, duas cervejas, silêncio e pão de queijo.
Diga olá para a felicidade.
********
Tutorial
Como assistir filme, blogar, jogar, ler email e conversar no MSN, por Daniela.

Print da minha página.
********
Os detalhes de Durval Discos são absurdos. Mesmo. Quero fazer isso quando crescer.
**
Eu assisto filmes adiantando nas partes que tem música, cenas longas e/ou chatas.
**
Adoro filme com locação em São Paulo. Me dá uma saudde tão grande, uma vontade de voltar...
********
Minha irmã prometeu chuva para hoje. O site de meteorologia também.
Cadê, meu povo, os 12 mm?
Durval Discos, agora. Etti Fraser é meu pastor.
Sim, tenho retardo fílmico.
**
Marisa Orth de boné só me lembra o meu lema: Mulher de boné é frentista.
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Meio maço de cigarros, duas cervejas, silêncio e pão de queijo.
Diga olá para a felicidade.
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Tutorial
Como assistir filme, blogar, jogar, ler email e conversar no MSN, por Daniela.
Print da minha página.
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Os detalhes de Durval Discos são absurdos. Mesmo. Quero fazer isso quando crescer.
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Eu assisto filmes adiantando nas partes que tem música, cenas longas e/ou chatas.
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Adoro filme com locação em São Paulo. Me dá uma saudde tão grande, uma vontade de voltar...
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Minha irmã prometeu chuva para hoje. O site de meteorologia também.
Cadê, meu povo, os 12 mm?
terça-feira, março 02, 2010
Saga
Sem explicar o por que agora, estou procurando um outro apartamento. Dois quartos, Barra, Graça, Ondina, Campo Grande, Garcia.
**
Dia 1
De todos os três apartamentos disponíveis na faixa de orçamento estabelecido, só um visitável. Enchi de entusiasmo: em frente à praia que me viu crescer, e que acompanha as primeiras braçadas da minha filha, um preço razoável, dois quartos...
Pensa num pombal. Pensou? Agora coloque aquela janelinha do pombal voltada para a parede de outro pombal. Tipo um metro (ou dez centimetros, se você gostou da analogia com uma casa de pombos). NÃO.ENTRA.LUZ.NENHUMA!!!
Se o quesito segurança é o primeiro item, o segundo é iluminação. Sine qua non. Sorri, agradeci, e disse que voltava daqui a um mês, que é quando a reforma vai acabar. Vamos ver... Se não tiver rolado nada até lá, é ele mesmo.
********
Não há azedume que não ceda lugar para um copo de coca Zero cheio de gelo.
.
.
.
.
Depois volta, mas fazer o quê?
********
Alguém me dá uma imagem de São Cristóvão de presente?
********
Sério: o que estou fazendo vendo o BBB?
Tem pencas de Houses, Earls, Greys, Mentalists...
********
Terminando segundo tratamento do projeto com amigo gato-gato-gato. Acho que amanhã já dá pra te enviar, viu, Johnny?
********
Alguém aí tem um job com dinheiro imediato?
********
Significado de Canícula
s.f. No hemisfério Norte, a quadra mais quente do ano, correspondente ao começo do verão.
Período de grande calor.
(Nota da Blogueira - sinônimos: inferno, Rio de Janeiro, SALVADOR)
Daqui. Sem o adendo.
********
Por ordens médicas, devo ir todos os dias à praia. Eu juro que é verdade.
Vai ser um sacrifício, e vou descumprir muito mais da metade do tratamento. Também juro que é verdade.
.
.
.
.
.
.
.
Pô, ninguém acredita em mim!
********
Balança da casa dos meus pais
— Mãaaaaaaaaaaae, ela tá me assustando!!!!!!!
**
Dia 1
De todos os três apartamentos disponíveis na faixa de orçamento estabelecido, só um visitável. Enchi de entusiasmo: em frente à praia que me viu crescer, e que acompanha as primeiras braçadas da minha filha, um preço razoável, dois quartos...
Pensa num pombal. Pensou? Agora coloque aquela janelinha do pombal voltada para a parede de outro pombal. Tipo um metro (ou dez centimetros, se você gostou da analogia com uma casa de pombos). NÃO.ENTRA.LUZ.NENHUMA!!!
Se o quesito segurança é o primeiro item, o segundo é iluminação. Sine qua non. Sorri, agradeci, e disse que voltava daqui a um mês, que é quando a reforma vai acabar. Vamos ver... Se não tiver rolado nada até lá, é ele mesmo.
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Não há azedume que não ceda lugar para um copo de coca Zero cheio de gelo.
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Depois volta, mas fazer o quê?
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Alguém me dá uma imagem de São Cristóvão de presente?
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Sério: o que estou fazendo vendo o BBB?
Tem pencas de Houses, Earls, Greys, Mentalists...
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Terminando segundo tratamento do projeto com amigo gato-gato-gato. Acho que amanhã já dá pra te enviar, viu, Johnny?
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Alguém aí tem um job com dinheiro imediato?
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Significado de Canícula
s.f. No hemisfério Norte, a quadra mais quente do ano, correspondente ao começo do verão.
Período de grande calor.
(Nota da Blogueira - sinônimos: inferno, Rio de Janeiro, SALVADOR)
Daqui. Sem o adendo.
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Por ordens médicas, devo ir todos os dias à praia. Eu juro que é verdade.
Vai ser um sacrifício, e vou descumprir muito mais da metade do tratamento. Também juro que é verdade.
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Pô, ninguém acredita em mim!
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Balança da casa dos meus pais
— Mãaaaaaaaaaaae, ela tá me assustando!!!!!!!
domingo, fevereiro 28, 2010
D*us é meu chapa!
De uns tempos pra cá, eliminei os atravessadores e estabeleci uma linha direta de comunicação com D*us. Nossos diálogos ficaram muito mais fáceis, cordialíssimos, camaradas, e comecei a me abrir para o Seu peculiar senso de humor. Ando pela rua conversando com Ele, rio, respondo quando perguntada, pergunto e aguardo respostas.
Calha que Ele tem mandado uns recados contundentes para mim, e não sei se me faço de surda ou de louca. Amigos, amigos, aprendizados à parte, descobri que não adianta fincar o pé quando uma coisa já está pré-definida. Sim, Caro Leitor, livre arbítrio rola muito, mas vamos combinar que algumas coisas tem um caminho do qual não podemos desviar.
Semana passada rolou o prenúncio do desafio-mor da temporada. Não, não vou falar o que é, óbvio. Serei confrontada com uma situação que promete sacolejar esse meu confortável mundinho.
Ainda não entendi qual é a lição desse episódio, mas tenho certeza de que D*us já mandou estourar pipocas, e junto com São Cristóvão, já escolheu em qual nuvem ele vai sentar para ver a bagaceira de camarote. Quase já consigo ouví-Lo rindo, e dizendo para o santo:
— Bate aí nas costas, Cristóvão, que eu estou engasgando! Você viu a cara dela?
Deus, segundo Laerte
********
Até maio, sem rede de segurança.
********
Mais um final de semana desses, faznedo Maratona House e Maratona My name's Earl, vou criar raízes na cadeira.
********
Espicha Verão é um projeto do Governo do Estado que, como o nome diz, estica os dias ainda ensolarados com eventos de arte. Eu fui. Estava doente de aflição para chegar logo ontem, pois há mais de dois anos não vejo o Aloízio Menezes cantando.
Não deu, viu? Som péssimo, palco mínimo, shows atrasados. Como Aloízio era o último, deve ter tocado lá pelas cinco da manhã, horário que a tia aqui não consegue mais alcançar.
Diz a lenda que dia 13 de março tem Buena Vista Social Club. Aí eu vou ter MUITO medo do que vão fazer com o som.
********
Desculpaê quem odeia segunda-feira, mas pra mim é quase um Reveillon na categoria "Esperanças Renovadas".
********
Dumping. Beijonãomeliga.
Calha que Ele tem mandado uns recados contundentes para mim, e não sei se me faço de surda ou de louca. Amigos, amigos, aprendizados à parte, descobri que não adianta fincar o pé quando uma coisa já está pré-definida. Sim, Caro Leitor, livre arbítrio rola muito, mas vamos combinar que algumas coisas tem um caminho do qual não podemos desviar.
Semana passada rolou o prenúncio do desafio-mor da temporada. Não, não vou falar o que é, óbvio. Serei confrontada com uma situação que promete sacolejar esse meu confortável mundinho.
Ainda não entendi qual é a lição desse episódio, mas tenho certeza de que D*us já mandou estourar pipocas, e junto com São Cristóvão, já escolheu em qual nuvem ele vai sentar para ver a bagaceira de camarote. Quase já consigo ouví-Lo rindo, e dizendo para o santo:
— Bate aí nas costas, Cristóvão, que eu estou engasgando! Você viu a cara dela?
Deus, segundo Laerte********
Até maio, sem rede de segurança.
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Mais um final de semana desses, faznedo Maratona House e Maratona My name's Earl, vou criar raízes na cadeira.
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Espicha Verão é um projeto do Governo do Estado que, como o nome diz, estica os dias ainda ensolarados com eventos de arte. Eu fui. Estava doente de aflição para chegar logo ontem, pois há mais de dois anos não vejo o Aloízio Menezes cantando.
Não deu, viu? Som péssimo, palco mínimo, shows atrasados. Como Aloízio era o último, deve ter tocado lá pelas cinco da manhã, horário que a tia aqui não consegue mais alcançar.
Diz a lenda que dia 13 de março tem Buena Vista Social Club. Aí eu vou ter MUITO medo do que vão fazer com o som.
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Desculpaê quem odeia segunda-feira, mas pra mim é quase um Reveillon na categoria "Esperanças Renovadas".
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Dumping. Beijonãomeliga.
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Aooonde? (v. Novela das Oito)
Aooooooonde que eu contratava a diva Antonelli para empregada da minha casa,, principalmente tendo o marido que a Helena tem?
Uma máxima repetida pelo ex, quando falávamos do relacionmento de um conhecido nosso: "Quem começou traindo o parceiro anterior, certamente vai sair do namoro traindo o atual". Se a Helena da novela começou o relacionamento com o cara, e ele ainda estava casado, certo como a vida que ela vai tomar um bom par de chifres.
Todos os dias agradeço por não ter o gene da traição no sangue.
********
E sábado tinha Buracão marcado com amiga que amo, que é mãe da irmã da Lourinha (sério: nossas filhas se parecem absurdamente!). Três cervejinhas para dar a brisa, saudade que dói perdendo um pouco da força, e enfim, uma dose extra de felicidade. Ela não pode, e o dia amanheceu baço, sem paciência para ser dia.
Não fomos, e o dia que prometia ser embalado pela minha voz sozinha, veio na forma das risadinhas, gritos e resmungos da minha pequena. Perdi todos os programas agendados pra sábado e domingo, mas ganhei a sorte de carregá-la pra cama, chumbinha de quase 20 quilos, bracinhos que envolvem meu pescoço mesmo durante o sono.
**
Ela não é linda?
— Quem é a flor mais linda do meu jardim?
— A flor mais linda do seu jardim tá murchando de sono...
********
Estáva eu no pátio da frente da seguradora fumando o primeiro cigarro do dia. Absorta estava no dia passando que demorei pra perceber que aquela coisinha pulando de um lado pro outro era um passarinho se esbaldando no aspersor de água para o jardim.
Ele parecia tão feliz, mas tão feliz, que de um jeito ou de outro meu dia ficou um tantinho melhor.
********
Fim do carnaval, feliz ano novo pra todo mundo... Pelo menos o chinês, que abriu o ano do Tigre.
Voltei com a minha disposição de tomar os benditos dois litros de água por dia. Jujro que em algum momento meus órgãos internos vão se rebelar, parar de receber ordens até que eu os banhe de coca Zero. Eles ainda não entenderam qual é a boa desse monte de coisa gelada sem cor, sem gosto, cheirando a nada.
********
Para eu pagar meus pecados, a Lourinha resolveu assistir Cocoricó.
É lindo... para crianças de até três anos. Não para mães, não mães de crianças de cinco anos.
Uma máxima repetida pelo ex, quando falávamos do relacionmento de um conhecido nosso: "Quem começou traindo o parceiro anterior, certamente vai sair do namoro traindo o atual". Se a Helena da novela começou o relacionamento com o cara, e ele ainda estava casado, certo como a vida que ela vai tomar um bom par de chifres.
Todos os dias agradeço por não ter o gene da traição no sangue.
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E sábado tinha Buracão marcado com amiga que amo, que é mãe da irmã da Lourinha (sério: nossas filhas se parecem absurdamente!). Três cervejinhas para dar a brisa, saudade que dói perdendo um pouco da força, e enfim, uma dose extra de felicidade. Ela não pode, e o dia amanheceu baço, sem paciência para ser dia.
Não fomos, e o dia que prometia ser embalado pela minha voz sozinha, veio na forma das risadinhas, gritos e resmungos da minha pequena. Perdi todos os programas agendados pra sábado e domingo, mas ganhei a sorte de carregá-la pra cama, chumbinha de quase 20 quilos, bracinhos que envolvem meu pescoço mesmo durante o sono.
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Ela não é linda?
— Quem é a flor mais linda do meu jardim?
— A flor mais linda do seu jardim tá murchando de sono...
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Estáva eu no pátio da frente da seguradora fumando o primeiro cigarro do dia. Absorta estava no dia passando que demorei pra perceber que aquela coisinha pulando de um lado pro outro era um passarinho se esbaldando no aspersor de água para o jardim.
Ele parecia tão feliz, mas tão feliz, que de um jeito ou de outro meu dia ficou um tantinho melhor.
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Fim do carnaval, feliz ano novo pra todo mundo... Pelo menos o chinês, que abriu o ano do Tigre.
Voltei com a minha disposição de tomar os benditos dois litros de água por dia. Jujro que em algum momento meus órgãos internos vão se rebelar, parar de receber ordens até que eu os banhe de coca Zero. Eles ainda não entenderam qual é a boa desse monte de coisa gelada sem cor, sem gosto, cheirando a nada.
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Para eu pagar meus pecados, a Lourinha resolveu assistir Cocoricó.
É lindo... para crianças de até três anos. Não para mães, não mães de crianças de cinco anos.
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Paper cut
"Sabe aqueles machucados que a gente faz com um papel? Multiplique por um bilhão, e será o que sua filha vai sentir se pararmos o tratamento agora."
House é meu pastor e nada me faltará. Não tendo mais nada para fazer, aranjei um paper cut no indicador esquerdo.
Há, há, seus otários, esquerdo? Não sou canh...
Putz: sou ambidestra! Sete dias sem lavar louça ou jogar boliche (responsabilidades da mão esquerda...).
********
Feliz o dia em que apresentei a Lourinha para Curious George. Saca irnmãos siameses? George e ela. Calha que o DVD sumiu, e finalmente, quase um ano depois, dona Madame ganhou outro.
O que tem me restado é assistir 400 vezes a abertura sensacional, e desligar o áudio para os diálogos, só religando quando retorna a trilha do Jack Johnson.
House é meu pastor e nada me faltará. Não tendo mais nada para fazer, aranjei um paper cut no indicador esquerdo.
Há, há, seus otários, esquerdo? Não sou canh...
Putz: sou ambidestra! Sete dias sem lavar louça ou jogar boliche (responsabilidades da mão esquerda...).
********
Feliz o dia em que apresentei a Lourinha para Curious George. Saca irnmãos siameses? George e ela. Calha que o DVD sumiu, e finalmente, quase um ano depois, dona Madame ganhou outro.
O que tem me restado é assistir 400 vezes a abertura sensacional, e desligar o áudio para os diálogos, só religando quando retorna a trilha do Jack Johnson.
AMOR
E é por isso que eu não consigo alimentar mágoas. É por isso que meu coração sempre tem o perdão como palavra-chave, apesar de tudo. Por isso é que eu não consigo pertencer a mais ninguém, que não a ele. Por isso que o nome dele frequenta minhas orações diárias. Por isso que eu transbordo de alegria a cada vez que nos falamos, a cada vez que eu o vejo, a cada vez em que posso passar meus braços por ele e saber que está tudo bem.
Mas pelo mesmo motivo, eu não tenho mais nada a oferecer a ele. Nada, que não um dia perdido aqui, outro acolá, um final de semana, sei lá. Porque eu sei que nosso amor não merece uma barreira chamada namoro, ou casamento. Nenhum dos dois aguentaria. Eu tenho certeza de mim, e quase certeza sobre ele. Não aguentaria as limitações de dar satisfações sobre a minha vida, nem de cobrar satisfações dele. Não que eu guarde os segredos do Santo Graal, ou que tenhamos, ele ou eu, vidas compatíveis com Messalina e Calígula. Falo por mim, mas novamente creio que não é o caso dele.
Normais, dois solteiros normais, cedendo eventualmente a um estímulo externo, volta e meia tentando apostar numa paixão que não vinga. Pela última (deliciosa) conversa, não tem vingado. Se tivesse, não nos amaríamos tanto.
É uma ciranda de Fal, Gabriel, Dal, Guillermo, Bel, Daniel. É um grande circular de pessoas que, no final de tudo, não nos suprem as necessidades de cumplicidade, de ser o melhor amigo um do outro, de abraços que "still fits" (que foi o que disse a ele ontem, no último abraço).
Ele foi comigo uma pessoa melhor. Não fosse só entrar e sair, enfim, com a mesma dignidade, o trazer da correspondência, o dinheiro da empregada, o relógio que já era meu, os verbos, os pronomes, os sujeitos. Substantivos, artigos de luxo. Eu acho que tenho tentado ser uma pessoa melhor. O que acalma o meu coração é saber que a gente ainda se ama muito. Tenho isso por escrito.
Cá do meu jeito, tenho sido feliz. Se tento um novo formato de felicidade, estou ocupada, e isso supre a falta que ele me faz no cotidiano. E a cada encontro bissexto, uma atualização sobre invasões de domicílio, trabalhos, machucados no joelho, roubos de câmera, mais trabalhos, geladeiras, carinhos, tapetes, filhos e sentimentos.
Nunca como havia sido.
Talvez... Melhor.
É isso. Tem sido melhor.
Mas pelo mesmo motivo, eu não tenho mais nada a oferecer a ele. Nada, que não um dia perdido aqui, outro acolá, um final de semana, sei lá. Porque eu sei que nosso amor não merece uma barreira chamada namoro, ou casamento. Nenhum dos dois aguentaria. Eu tenho certeza de mim, e quase certeza sobre ele. Não aguentaria as limitações de dar satisfações sobre a minha vida, nem de cobrar satisfações dele. Não que eu guarde os segredos do Santo Graal, ou que tenhamos, ele ou eu, vidas compatíveis com Messalina e Calígula. Falo por mim, mas novamente creio que não é o caso dele.
Normais, dois solteiros normais, cedendo eventualmente a um estímulo externo, volta e meia tentando apostar numa paixão que não vinga. Pela última (deliciosa) conversa, não tem vingado. Se tivesse, não nos amaríamos tanto.
É uma ciranda de Fal, Gabriel, Dal, Guillermo, Bel, Daniel. É um grande circular de pessoas que, no final de tudo, não nos suprem as necessidades de cumplicidade, de ser o melhor amigo um do outro, de abraços que "still fits" (que foi o que disse a ele ontem, no último abraço).
Ele foi comigo uma pessoa melhor. Não fosse só entrar e sair, enfim, com a mesma dignidade, o trazer da correspondência, o dinheiro da empregada, o relógio que já era meu, os verbos, os pronomes, os sujeitos. Substantivos, artigos de luxo. Eu acho que tenho tentado ser uma pessoa melhor. O que acalma o meu coração é saber que a gente ainda se ama muito. Tenho isso por escrito.
Cá do meu jeito, tenho sido feliz. Se tento um novo formato de felicidade, estou ocupada, e isso supre a falta que ele me faz no cotidiano. E a cada encontro bissexto, uma atualização sobre invasões de domicílio, trabalhos, machucados no joelho, roubos de câmera, mais trabalhos, geladeiras, carinhos, tapetes, filhos e sentimentos.
Nunca como havia sido.
Talvez... Melhor.
É isso. Tem sido melhor.
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Right here!
Chegaram aqui procurando por "destruir romance". Leitor (a), pode entrar, puxar uma cadeira, porque aí do lado tenho quase oito anos de leitura especializada no assunto. Se quiser se aprofundar, te dou alguns telefones para entrevista...
********
A saga do carnaval que não queria acabar
Passei o dia na mamãe, comi, dormi, li. Lá pelas tantas decidi que não ia porra nenhuma pra Barra-Ondina. Aí me liga um dos melhores amigos da vida, e me intima para encontrar com eles (filho e irmã na conta).
Tô fazendo nada mesmo... Passei em casa, banho, roupinha confortável e gatinha, tenis e vamos lá. A 150 metros da minha casa, encontro um conhecido, ex-modelo querido, dos poucos por quem criei afeição.
— Tá sozinha?
Sim, e ato contínuo à resposta, ele me deu um abadá do bloco da Skol. Feliz que nem passarinho na chuva, encontrei minha turma no lugar marcado, pulei horrores com Moraes Moreira, e vamos nós fazer a peregrinação até Ondina. E não é que lá me aguardava uma pulseira de camarote, na boca do carnaval?
Um abadá de presente, um camarote free... Bom, a sorte estava comigo.
Uma e caçambada da manhã, vamos embora? Vamos! Vamos? Pegamos o caminho dos trios, avenida afora, e já no meio de Ondina, quem vem? Moraes Moreira, trazendo amiga que eu amo tanto, marido dela, prima que eu adoro também. Ah, me erra, que não vou embora agora!
Dancei como se a quarta de Cinzas fosse o Juízo Final, cantei a plenos pulmões, e nisso fui até o final do circuito. Beijo, beijo, adeus, a gente se fala, e lá vou eu pra casa. De novo.
Quase no mesmo ponto de antes, quem vem? Meu bloco, com DJs tocando alguma coisa inteligível, e lá vou eu de novo, voltar para o final do circuito, além de engrenar uma conversa com um australiano. Ah, me erra, que não vou embora agora!
O canguru veio cheio de dedos, mãos e braços, e achei que era hora de dar tchau. De vez. Ele se perdeu dos amigos, pediu para eu esperá-lo, e claro que ele saiu pela esquerda, e eu prontamente... Saída pela direita.
Ah, agora vou embora mesmo! Ah, vou? Parei para comprar uma cervejinha para ajudar no caminho, e lá estou eu engatada num bate papo trilingue com um argentino, fantasiado de Boca Juniors. Quase uma hora depois, finalmente bati palmas e voei pra casa, sem parar para fazer social internacional, sem cervejinha para passar o tempo, nada. Direto e reto para casa.
A alegria da cama para quem virou a noite (sem excessos, porque ando bem comportada) é inenarrável. Banho e cama, e esperar 380 dias para o Carnaval do ano que vem. É... 380 dias.
E quem foi Daniela, o Grinch da festa da carne?
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A saga do carnaval que não queria acabar
Passei o dia na mamãe, comi, dormi, li. Lá pelas tantas decidi que não ia porra nenhuma pra Barra-Ondina. Aí me liga um dos melhores amigos da vida, e me intima para encontrar com eles (filho e irmã na conta).
Tô fazendo nada mesmo... Passei em casa, banho, roupinha confortável e gatinha, tenis e vamos lá. A 150 metros da minha casa, encontro um conhecido, ex-modelo querido, dos poucos por quem criei afeição.
— Tá sozinha?
Sim, e ato contínuo à resposta, ele me deu um abadá do bloco da Skol. Feliz que nem passarinho na chuva, encontrei minha turma no lugar marcado, pulei horrores com Moraes Moreira, e vamos nós fazer a peregrinação até Ondina. E não é que lá me aguardava uma pulseira de camarote, na boca do carnaval?
Um abadá de presente, um camarote free... Bom, a sorte estava comigo.
Uma e caçambada da manhã, vamos embora? Vamos! Vamos? Pegamos o caminho dos trios, avenida afora, e já no meio de Ondina, quem vem? Moraes Moreira, trazendo amiga que eu amo tanto, marido dela, prima que eu adoro também. Ah, me erra, que não vou embora agora!
Dancei como se a quarta de Cinzas fosse o Juízo Final, cantei a plenos pulmões, e nisso fui até o final do circuito. Beijo, beijo, adeus, a gente se fala, e lá vou eu pra casa. De novo.
Quase no mesmo ponto de antes, quem vem? Meu bloco, com DJs tocando alguma coisa inteligível, e lá vou eu de novo, voltar para o final do circuito, além de engrenar uma conversa com um australiano. Ah, me erra, que não vou embora agora!
O canguru veio cheio de dedos, mãos e braços, e achei que era hora de dar tchau. De vez. Ele se perdeu dos amigos, pediu para eu esperá-lo, e claro que ele saiu pela esquerda, e eu prontamente... Saída pela direita.
Ah, agora vou embora mesmo! Ah, vou? Parei para comprar uma cervejinha para ajudar no caminho, e lá estou eu engatada num bate papo trilingue com um argentino, fantasiado de Boca Juniors. Quase uma hora depois, finalmente bati palmas e voei pra casa, sem parar para fazer social internacional, sem cervejinha para passar o tempo, nada. Direto e reto para casa.
A alegria da cama para quem virou a noite (sem excessos, porque ando bem comportada) é inenarrável. Banho e cama, e esperar 380 dias para o Carnaval do ano que vem. É... 380 dias.
E quem foi Daniela, o Grinch da festa da carne?
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
Somewhere in time
Relendo arquivos do blog. Dez/08 ainda é um tabu. Mas eu chego lá.
********
E lá fui eu pro Bloquinho do Jau. Se adorei? Não, claro! Óbvio que lá pelas tantas eu parei, olhei pros lados e me perguntei que diabos estava fazendo ali. Nesse momento fui empurrada pra cima do D*avi M*oraes, e descobri exatamente o que estava fazendo ali...
Mas foi pouco, foi curto, e antes do fim, já com a missão cumprida, resolvi voltar. A pé ou de ônibus?
Ah, a pé... E outra vez me perguntei por que raios estava ali. Isso já era na Castro Alves, reduto de ladrões, festa estranha e gente esquisita. mas ergui o focinho pro céu, rememorei o que tinha na cartucheira pendurada na cintura ("déreal", cigarro, chaves de casa e chiclete) e resolvi enfrentar a turba ignara.
Surpresa! Peguei as piores "pipocas" (Kuviteiras, Eva, Cheiro, Parangolé e Camaleão), e ninguém tentou enfiar a mão no meu bolso, na minha bunda, na minha cartucheira. Foi apertado, sim, mas nem de longe ruim e perigoso como eu imaginei.
Pit stop na casa da mamãe, um filar de bóia óbvio, pego meu iPod, meu relógio, e desço em direção à Barra. Ah, agora sim! Bad Religion, Bush e novamente Amy, enquanto o mundo lá fora se acabava no Rebolation.
Alegria de pobre dura pouco. Passei na esquina de casa, comprei três cervejas, e vim pra casa, feliz com minha trilha pessoal, guardando energia para amanhã. Ah, amanhã sim...
********
E lá fui eu pro Bloquinho do Jau. Se adorei? Não, claro! Óbvio que lá pelas tantas eu parei, olhei pros lados e me perguntei que diabos estava fazendo ali. Nesse momento fui empurrada pra cima do D*avi M*oraes, e descobri exatamente o que estava fazendo ali...
Mas foi pouco, foi curto, e antes do fim, já com a missão cumprida, resolvi voltar. A pé ou de ônibus?
Ah, a pé... E outra vez me perguntei por que raios estava ali. Isso já era na Castro Alves, reduto de ladrões, festa estranha e gente esquisita. mas ergui o focinho pro céu, rememorei o que tinha na cartucheira pendurada na cintura ("déreal", cigarro, chaves de casa e chiclete) e resolvi enfrentar a turba ignara.
Surpresa! Peguei as piores "pipocas" (Kuviteiras, Eva, Cheiro, Parangolé e Camaleão), e ninguém tentou enfiar a mão no meu bolso, na minha bunda, na minha cartucheira. Foi apertado, sim, mas nem de longe ruim e perigoso como eu imaginei.
Pit stop na casa da mamãe, um filar de bóia óbvio, pego meu iPod, meu relógio, e desço em direção à Barra. Ah, agora sim! Bad Religion, Bush e novamente Amy, enquanto o mundo lá fora se acabava no Rebolation.
Alegria de pobre dura pouco. Passei na esquina de casa, comprei três cervejas, e vim pra casa, feliz com minha trilha pessoal, guardando energia para amanhã. Ah, amanhã sim...
domingo, fevereiro 14, 2010
Carnaval
Mamãe é Salgueiro. Eu sou Imperatriz Leopoldinense. Nunca teve um ano em que nós não nos atormentássemos pela rivalidade. Esse ano está sendo pelo telefone.
Quero ver o Salgueiro fazer 10% do desfile da Imperatriz...
********
Se mixou minha mini viagem (ah, Dedé, só abortei missão no fim da tarde, sorry, baby!), amanhã eu saio e só volto na quarta de Cinzas, depois do Arrastão da Timbalada.
Tá... não é bem assim. Sair sozinha não permite certas extravagâncias, tampouco bebida. Duas skol mini e minha cota bateu.
Mas que amanhã estou bonita no Bloquinho do Jau, estou. Depois... Bom se der tempo, vou atrás do trio da Mariella Santiago, a sensacional.
********
Terceiro telefonema da mamãe para comentar o desfile. Como termina a conversa?
— Um beijo, mãe, vai lá ver minha escola ganhar...
********
Você pagou com traição a quem sempre te deu a mão.
********
Se alguém achar o samba da Imperatriz para baixar, me avisa?
********
Remédio para dormir não dá sono. Coisas que só acontecem comigo.
********
ESSA PARADINHA DA IMPERATRIZ É FODAAAAAAAAA!!!
Quero ver o Salgueiro fazer 10% do desfile da Imperatriz...
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Se mixou minha mini viagem (ah, Dedé, só abortei missão no fim da tarde, sorry, baby!), amanhã eu saio e só volto na quarta de Cinzas, depois do Arrastão da Timbalada.
Tá... não é bem assim. Sair sozinha não permite certas extravagâncias, tampouco bebida. Duas skol mini e minha cota bateu.
Mas que amanhã estou bonita no Bloquinho do Jau, estou. Depois... Bom se der tempo, vou atrás do trio da Mariella Santiago, a sensacional.
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Terceiro telefonema da mamãe para comentar o desfile. Como termina a conversa?
— Um beijo, mãe, vai lá ver minha escola ganhar...
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Você pagou com traição a quem sempre te deu a mão.
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Se alguém achar o samba da Imperatriz para baixar, me avisa?
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Remédio para dormir não dá sono. Coisas que só acontecem comigo.
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ESSA PARADINHA DA IMPERATRIZ É FODAAAAAAAAA!!!
Outra vez...
Eu daria um rim (ou o baço, ou um pedaço do fígado) para voltar exatos 365 dias. Fazer diferente? Não sei. Mas ser feliz de novo? Com toda a certeza.
********
Pela frente, porque nada se encerra tão rápido, o lançamento de "Náufragos" e "Camila". Pelo menos o segundo vai ser divertido.
********
E quando estou me sentindo, me achando, toca o TIM, e é pra ele. Seu chefe. Merda, por que ele não mudou a porra do número no trabalho?
********
Acho que estou sobrevivendo melhor aos homens louros de olhos castanhosverdes. Sem sequelas de ontem. Ufa!
********
Acaba, Carnaval!
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Pela frente, porque nada se encerra tão rápido, o lançamento de "Náufragos" e "Camila". Pelo menos o segundo vai ser divertido.
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E quando estou me sentindo, me achando, toca o TIM, e é pra ele. Seu chefe. Merda, por que ele não mudou a porra do número no trabalho?
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Acho que estou sobrevivendo melhor aos homens louros de olhos castanhosverdes. Sem sequelas de ontem. Ufa!
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Acaba, Carnaval!
sábado, fevereiro 13, 2010
Noite dos Mascarados
Cerveja não desce direito há mais de uma semana. Vinho desce redondo. Dreher (rá!), idem. Cerveja, nada.
Estou eu velha?
********
Primeira note de carnaval desta que vos fala. Em estando sozinha, catei dez dinheiros, um maço de cigarro e desci em direção das Cachorronas, bloco de homens vestidos de mulher. Da janela de casa, apreciei a passagem deles, joguei beijinho, prometi pro outro que ia, sim, encontrar com o bloco logo depois do banho, e assim fiz. Óbvio que a cada peruquinha castanha que eu avistava, eu mudava o rumo da caminhada.
Dois queridos montaram uma barraca de drinks numa das ruas do circuito, e lá fui eu torrar meus dez dinheiros em dois drinks. Aí chega amigo com a mulher, vêm e vão conhecidos, rola carona de moto pra casa...
Sério, folks, carnaval pode ser legal.
********
E segunda, programinha marcado: BLOQUINHO DO JAU, 16 horas, Saindo da Praça da Sé.
********
Preciso tomar coragem pra sair, comprar cigarros, remédios, duas latas de cerveja e uma coca zero.
********
Ecos do carnaval
Sinto uma mão forte e insistente me puxando pelo braço. Olho, tento tirar o braço, e nada do monstrinho me soltar.
— Ah, é carnaval..., diz ele
Sim, e porque é carnaval eu tenho que beijar um feioso pentelho?
Me soltei e segui meu caminho, andando muito mais rápido que antes.
********
Adoro Ivete, mas... Cracatoa??? Não era Cacatua?
Estou eu velha?
********
Primeira note de carnaval desta que vos fala. Em estando sozinha, catei dez dinheiros, um maço de cigarro e desci em direção das Cachorronas, bloco de homens vestidos de mulher. Da janela de casa, apreciei a passagem deles, joguei beijinho, prometi pro outro que ia, sim, encontrar com o bloco logo depois do banho, e assim fiz. Óbvio que a cada peruquinha castanha que eu avistava, eu mudava o rumo da caminhada.
Dois queridos montaram uma barraca de drinks numa das ruas do circuito, e lá fui eu torrar meus dez dinheiros em dois drinks. Aí chega amigo com a mulher, vêm e vão conhecidos, rola carona de moto pra casa...
Sério, folks, carnaval pode ser legal.
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E segunda, programinha marcado: BLOQUINHO DO JAU, 16 horas, Saindo da Praça da Sé.
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Preciso tomar coragem pra sair, comprar cigarros, remédios, duas latas de cerveja e uma coca zero.
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Ecos do carnaval
Sinto uma mão forte e insistente me puxando pelo braço. Olho, tento tirar o braço, e nada do monstrinho me soltar.
— Ah, é carnaval..., diz ele
Sim, e porque é carnaval eu tenho que beijar um feioso pentelho?
Me soltei e segui meu caminho, andando muito mais rápido que antes.
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Adoro Ivete, mas... Cracatoa??? Não era Cacatua?
terça-feira, fevereiro 09, 2010
Fatiando histórias
Meu segundo dia como atendente de telemarketing foi dez vezes mais legal que o primeiro. Por quê? Porque o sistema ficou inoperante por uma hora e meia, que foi o tempo que durou o lanche-almoço-cafezinho-fofoca com os novos coleguinhas de trabalho.
Como eu fui parar lá? Um dos meus amigos mais queridos montou uma força-tarefa para entregar um trabalho da empresa dele. Isso significa que fomos eu, mais um amigo dele, o filho e os amigos da faculdade, todo mundo em nome do bem dele. Viramos todos atendentes de telemarketing, e essa é a parte mais legal: ninguém da equipe trabalha com isso.
Com isso tenho preenchido meu tempo, enquanto não chega o Carnaval, tenho mantido a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo. Folks, creiam-me: é um porre ser atendente, mas é uma delícia quando ao final do atendimento as pessoas agradecem e elogiam a minha educação e a paciência.
Pfff... Eu? Educação? Paciência?
**
Logo a seguir, médica bacana que cuida da minha química cerebral. Remédio com dosagem dobrada, insistência no remedinho para dormir, e lá saí eu do seu consultório, música no ouvido, pés no chão.
**
No caminho de volta pra casa, entrei e passei alguns minutos na igreja de Nossa Senhora do Salete. I don't know why. Por que cachorro entra na igreja? Por que Daniela entra na igreja? Resposta igual para ambas as perguntas: porque a porta estava aberta.
De toda sorte, deixei por lá uma longa oração... e duas lágrimas.
Como eu fui parar lá? Um dos meus amigos mais queridos montou uma força-tarefa para entregar um trabalho da empresa dele. Isso significa que fomos eu, mais um amigo dele, o filho e os amigos da faculdade, todo mundo em nome do bem dele. Viramos todos atendentes de telemarketing, e essa é a parte mais legal: ninguém da equipe trabalha com isso.
Com isso tenho preenchido meu tempo, enquanto não chega o Carnaval, tenho mantido a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo. Folks, creiam-me: é um porre ser atendente, mas é uma delícia quando ao final do atendimento as pessoas agradecem e elogiam a minha educação e a paciência.
Pfff... Eu? Educação? Paciência?
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Logo a seguir, médica bacana que cuida da minha química cerebral. Remédio com dosagem dobrada, insistência no remedinho para dormir, e lá saí eu do seu consultório, música no ouvido, pés no chão.
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No caminho de volta pra casa, entrei e passei alguns minutos na igreja de Nossa Senhora do Salete. I don't know why. Por que cachorro entra na igreja? Por que Daniela entra na igreja? Resposta igual para ambas as perguntas: porque a porta estava aberta.
De toda sorte, deixei por lá uma longa oração... e duas lágrimas.
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Com tanto pra falar...
Ok.
24 horas em que minha casa foi invadida, que eu tentei um homicídio (fail!!!), que tive minha experiência de atendente de telemarketing, que tive uma iluminação quase religiosa, que decidi que não quuero mais, que decidi pivetar no carnaval, que comecei a arregimentar batalhóes em torno do Bloquinho do Jau na segunda...
Não, não quero falar de nada disso. Cada coisa está tomando vagarosamente o seu lugar, e quando estiver, conto todos os detalhes escabrosos.
Hoje? Depois de tudo, do alívio da certeza do QUERER dizer não (minha experiência religiosa)...
Hoje eu só quero que o dia termine bem.
24 horas em que minha casa foi invadida, que eu tentei um homicídio (fail!!!), que tive minha experiência de atendente de telemarketing, que tive uma iluminação quase religiosa, que decidi que não quuero mais, que decidi pivetar no carnaval, que comecei a arregimentar batalhóes em torno do Bloquinho do Jau na segunda...
Não, não quero falar de nada disso. Cada coisa está tomando vagarosamente o seu lugar, e quando estiver, conto todos os detalhes escabrosos.
Hoje? Depois de tudo, do alívio da certeza do QUERER dizer não (minha experiência religiosa)...
Hoje eu só quero que o dia termine bem.
sábado, fevereiro 06, 2010
The fallacy of epiphany
Sabe quando você está em casa, na paz do seu santo lar, quando de repente cai uma bomba na cabeça?
A bomba é ligada a um problema atualíssimo, e é quase quase uma revelação. Não trouxe a solução, mas o fato de uma memória vir espontaneamente à tona, 17 anos depois, me deu um gelo no estômago, uma vertigem tão grande...
Eu venho repetindo padrões desde que me entendo por gente. Um determinado tipo de homem, quando acontece na minha vida, segue o mesmo protocolo: primeiro ignoro (pelo tempo que for: o último ignorei por 15 segundos), depois me apaixono, me apaixono mais, vivo uma série de padrões recorrentes no relacionamento, e aí o caminho bifurca.
Bifurca, quer dizer... Invariavelmente eles morrem. O que deu origem à série morreu de verdade. Os outros morreram metaforicamente. Mesmo. Há 10 minutos estou avaliando meus relacionamentos passados, e nunca, em tempo algum, sobreviveu o tipo do homem sobre o qual estou falando. É um conjunto de características físicas, pouquíssimas emocionais, mas que me fazem erradicar a existência deles na Terra.
Com todos os outros, mantive uma relação sólida, sadia, amistosa. Meus melhores amigos (sem revival algum) são meus ex-namorados. Já com os tais que seguem o mesmo padrão, nunca mais mantive contato algum. Um deles, inclusive, encontrei num posto de gasolina, anos depois dele ter fenecido numa metáfora. De boyzinho marrento, classe média alta, à "loss prevention", classe média baixíssima. O outro eu só lembro quando vejo nosso amigo em comum; o precursor morreu de verdade, e o último da série... Bom, não me permito nem falar sobre ele.
Óbvio que isso tudo quer dizer nada, pelo menos por ora. Mas segunda-feira trarei a questão à luz de gente hablitada, estudiosa, e que finalmente vai começar a clarear o por que desses padrões ocorrerem de tempos em tempos (ora, até o Cometa Halley tem uma explicação plausível!), e como fazer para não morrer de medo de topar com um homem louro, de olhos castanhosverdes, cheio de si.
**
Você pode não ter percebido, mas isso foi um exercício de vomição.
A bomba é ligada a um problema atualíssimo, e é quase quase uma revelação. Não trouxe a solução, mas o fato de uma memória vir espontaneamente à tona, 17 anos depois, me deu um gelo no estômago, uma vertigem tão grande...
Eu venho repetindo padrões desde que me entendo por gente. Um determinado tipo de homem, quando acontece na minha vida, segue o mesmo protocolo: primeiro ignoro (pelo tempo que for: o último ignorei por 15 segundos), depois me apaixono, me apaixono mais, vivo uma série de padrões recorrentes no relacionamento, e aí o caminho bifurca.
Bifurca, quer dizer... Invariavelmente eles morrem. O que deu origem à série morreu de verdade. Os outros morreram metaforicamente. Mesmo. Há 10 minutos estou avaliando meus relacionamentos passados, e nunca, em tempo algum, sobreviveu o tipo do homem sobre o qual estou falando. É um conjunto de características físicas, pouquíssimas emocionais, mas que me fazem erradicar a existência deles na Terra.
Com todos os outros, mantive uma relação sólida, sadia, amistosa. Meus melhores amigos (sem revival algum) são meus ex-namorados. Já com os tais que seguem o mesmo padrão, nunca mais mantive contato algum. Um deles, inclusive, encontrei num posto de gasolina, anos depois dele ter fenecido numa metáfora. De boyzinho marrento, classe média alta, à "loss prevention", classe média baixíssima. O outro eu só lembro quando vejo nosso amigo em comum; o precursor morreu de verdade, e o último da série... Bom, não me permito nem falar sobre ele.
Óbvio que isso tudo quer dizer nada, pelo menos por ora. Mas segunda-feira trarei a questão à luz de gente hablitada, estudiosa, e que finalmente vai começar a clarear o por que desses padrões ocorrerem de tempos em tempos (ora, até o Cometa Halley tem uma explicação plausível!), e como fazer para não morrer de medo de topar com um homem louro, de olhos castanhosverdes, cheio de si.
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Você pode não ter percebido, mas isso foi um exercício de vomição.
Ao vivo
Carnaval não é mais axé. É pagode.
Piorou tanto (não que eu seja exatamente apaixonada por axé) que vai ficar impossível levar a Lourinha para ver blimps, painéis de led, trios.
Sim, a mãe leva a filha durante a tarde só para ver a montagem dos trios e ensinar o que são aqueles balões enormes, leds e coisas do backstage.
Ela pode até acreditar em Papai Noel, mas na magia do trio elétrico, JAMAIS!
********
Cada dia que passa é menos um dia na contagem final. É um dia mais perto da paz.
********
Não aguento mais ver bunda na televisão. E só bunda de mulher.
(E eu uma vez comentei com um câmera amigo que não aguentava mais receber imagem de cobertura só com peitos, bundas, pernas femininas.
Resposta:
— Oxe, você queria que eu fizesse (imagem de) perna e bunda de macho?!)
********
Por enquanto, sigo firme na minha proposta de finalmente, depois de 20 anos, pular carnaval como uma boa baiana.
********
A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela
E lá fui eu correndo para a janela de casa para ver a banda passar. Carnaval aqui começa cedo, mas nunca imaginei que duas semanas antes seria o prazo certo. Fato é que, apesar do bloco ser composto por bengalas, cadeiras de rodas e cheiro de bolor, eu me diverti demais da conta.
********
Um filhodaputa qualquer, dono de um som mais caro que o carro, está parado na frente do meu prédio. Se a janela da sala estourar com essa maldita música, eu desço e parto a cara dele.
/mauhumor
********
Meu nicho do computador está asqueroso. Lá vou eu com a vassoura mágica.
********
Só pra constar: eu NÃO pegava o Thiago Lacerda. O que, vamos combinar, é alentador, porque ele também não me pegaria.
********
Final de semana é sempre pior. Ruim sábado, incapacitante no domingo.
Por que, D*us?
********
Vou sossegar quieta e escrever o projeto para executar com o gato-ê-lá-em-casa-Johnny (link ao lado).
********
Só te digo uma coisa: segunda-feira que vem, às 16 horas, vou estar BONITA na Praça da Sé, pulando no Bloquinho do Jau.
********
Moleskine, não. Mariachi, moleton, marasquino? Não também.
Catzo, como é o nome do recipiente para fazer souflé?!
********
No G1:
'Bittergirl': livro ajuda as mulheres a esquecerem o ex
O outro nome do livro é "Fique rica em cima da dor dos outros". Porque vou te dizer, se fosse fácil, não vinha em livros.
Piorou tanto (não que eu seja exatamente apaixonada por axé) que vai ficar impossível levar a Lourinha para ver blimps, painéis de led, trios.
Sim, a mãe leva a filha durante a tarde só para ver a montagem dos trios e ensinar o que são aqueles balões enormes, leds e coisas do backstage.
Ela pode até acreditar em Papai Noel, mas na magia do trio elétrico, JAMAIS!
********
Cada dia que passa é menos um dia na contagem final. É um dia mais perto da paz.
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Não aguento mais ver bunda na televisão. E só bunda de mulher.
(E eu uma vez comentei com um câmera amigo que não aguentava mais receber imagem de cobertura só com peitos, bundas, pernas femininas.
Resposta:
— Oxe, você queria que eu fizesse (imagem de) perna e bunda de macho?!)
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Por enquanto, sigo firme na minha proposta de finalmente, depois de 20 anos, pular carnaval como uma boa baiana.
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A moça triste que vivia calada sorriu
A rosa triste que vivia fechada se abriu
A moça feia debruçou na janela
Pensando que a banda tocava pra ela
E lá fui eu correndo para a janela de casa para ver a banda passar. Carnaval aqui começa cedo, mas nunca imaginei que duas semanas antes seria o prazo certo. Fato é que, apesar do bloco ser composto por bengalas, cadeiras de rodas e cheiro de bolor, eu me diverti demais da conta.
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Um filhodaputa qualquer, dono de um som mais caro que o carro, está parado na frente do meu prédio. Se a janela da sala estourar com essa maldita música, eu desço e parto a cara dele.
/mauhumor
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Meu nicho do computador está asqueroso. Lá vou eu com a vassoura mágica.
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Só pra constar: eu NÃO pegava o Thiago Lacerda. O que, vamos combinar, é alentador, porque ele também não me pegaria.
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Final de semana é sempre pior. Ruim sábado, incapacitante no domingo.
Por que, D*us?
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Vou sossegar quieta e escrever o projeto para executar com o gato-ê-lá-em-casa-Johnny (link ao lado).
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Só te digo uma coisa: segunda-feira que vem, às 16 horas, vou estar BONITA na Praça da Sé, pulando no Bloquinho do Jau.
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Moleskine, não. Mariachi, moleton, marasquino? Não também.
Catzo, como é o nome do recipiente para fazer souflé?!
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No G1:
'Bittergirl': livro ajuda as mulheres a esquecerem o ex
O outro nome do livro é "Fique rica em cima da dor dos outros". Porque vou te dizer, se fosse fácil, não vinha em livros.
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Relendo o blog
"Tenho certeza de que no céu, a sala do Departamento das Coincidências é vizinha de porta do Departamento das Piadinhas de Mau Gosto. E do Departamento dos Avisos Celestiais."
nov/07
"E de alguma maneira, ainda desconhecida, consegui cravar as unhas nas paredes do poço escuro onde estava. Passei o resto da noite avançando para cima, centímetro por centímetro, sem trégua.
A primeira pincelada de rosa no negro absoluto da madrugada me encontrou quase cá em cima, esperando o sol para beijar meu rosto. Estava inteira de novo."
nov/07
"Falar nego gosta. Ouvir é que são elas, né?"
nov/07
"Aproveita que está sonhando e pede um pônei, Daniela."
nov/07
"Às primeiras horas desta manhã, sucumbiu uma esperança. A dona da esperança agradece as palavras de consolo."
nov/07
"— Daniela, você teve desejo de alguma coisa na gravidez?
Com ar sonhador:
— Tive... Ele tinha um metro e noventa, o cabelo começando a ficar grisalho...
Suspiro."
mar/07
"Minha capacidade para armar confusão e sair ilesa é quase sobrenatural. Se bem arquitetada, se bem bolada, então... Garantia de sucesso e diversão, ou seu dinheiro e sua companhia de volta.
(...) Porque se a definição de "filhadaputice" está aí em cima, o sinônimo da mesma palavra é Daniela Henning."
Mai/04
Ufa!
nov/07
"E de alguma maneira, ainda desconhecida, consegui cravar as unhas nas paredes do poço escuro onde estava. Passei o resto da noite avançando para cima, centímetro por centímetro, sem trégua.
A primeira pincelada de rosa no negro absoluto da madrugada me encontrou quase cá em cima, esperando o sol para beijar meu rosto. Estava inteira de novo."
nov/07
"Falar nego gosta. Ouvir é que são elas, né?"
nov/07
"Aproveita que está sonhando e pede um pônei, Daniela."
nov/07
"Às primeiras horas desta manhã, sucumbiu uma esperança. A dona da esperança agradece as palavras de consolo."
nov/07
"— Daniela, você teve desejo de alguma coisa na gravidez?
Com ar sonhador:
— Tive... Ele tinha um metro e noventa, o cabelo começando a ficar grisalho...
Suspiro."
mar/07
"Minha capacidade para armar confusão e sair ilesa é quase sobrenatural. Se bem arquitetada, se bem bolada, então... Garantia de sucesso e diversão, ou seu dinheiro e sua companhia de volta.
(...) Porque se a definição de "filhadaputice" está aí em cima, o sinônimo da mesma palavra é Daniela Henning."
Mai/04
Ufa!
Supermercado
Depois de andar o suficiente para dar a volta no mundo, uma parada para filar bóia na mamãe, e já que o iPod apareceu, por que não ir ao supermercado?
Flanei até lá, e no que entro no estacionamento, começa a tocar isso aqui:
E o pior: eu sabia a letra. E ouvi duas vezes, amarradaça.
**
Rol da diversão noturna
6 polpas de fruta
100 gramas de queijo, 100 gramas de presunto
4 latas de cerveja
Uh! Uma farrista!
**
Desocupada
Antes de entrar no estacionamento, vi o carro do papai estacionado fora. Ao sair, a humana que vos fala arriou mochila, sacolas, revirou todos os bolso, até achar a nota fiscal das compras. Catei tudo de novo, e me dei ao trabalho de colocar o cupom no limpador de parabrisas dele.
Ligou agora, rindo, porque minha mãe não consegue guardar segredos.
********
Depois de resolver os problemas-PROBLEMAS, lá vou eu pros problemas-solução, ou seja, matar saudades dos amigos da produtora querida. Em estando lá, assisti ao filme pronto e finalizado.
Camila e o Espelho é uma obra da qual tenho muito orgulho de fazer parte. Foi um perrengue fazer, tanto do ponto de vista pessoal como do viés de produção. Foi sacrificado fazer, meu coração estava esturricado, a responsabilidade de cuidar dos filhos adolescentes de outras pessoas me deixava em pânico, e estar navegando à deriva, sem um porto para onde voltar, foi pior que tudo.
No final, as crianças foram as melhores (com exceção de um ou outro comportamento, claro), não estava tão à deriva quanto imaginei, e a bóia de salvação veio em forma de um tremendo colega de trabalho e sua dose de Dreher.
O lançamento é depois do carnaval, soube hoje, Mas mais uma vez me emocionei com o trabalho finalizado nesta produtora. É mágico. Sempre foi mágico trabalhar com eles.
**

(clique para ampliar. Vale a pena)
E deles, também, Miúda e o Guarda-chuva, que quase me faz chorar em cena aberta, hoje. Já tinha me emocionado com a delicadeza dos traços no email de divulgação, mas hoje eu assisti ao desenho completo.
Miúda tem uma flor carnívora, que seguidamente toma a forma de um coração. Tive a impressão, em alguns momentos, que a planta encantava Miúda, como num jogo de hipnose. Mais adiante, achei que o jogo era o contrário, e que Miúda tinha o poder nas mãos. Sei lá.
A planta carnívora foi presente de um amor que passou, e come as formigas que Miúda amorosamente recolhe no banco onde se senta. Eles jantam na mesma mesa. A planta-ele faz beicinho quando um pedido não é atendido. Eu quase choro. Ele diz que gosta dela, e se a essas alturas você ainda não percebeu seu formato, um coração vai-se delinear, formado pelos lábios-cabeça da planta.
Lindo, lindo de doer!
Parabéns a Paula Lice e Victor Cayres, que pensaram Miúda; a Igor Souza, que deu corpo a ela; a Jorge, Amadeu e João por terem dado à luz Miúda.
********
Outro rol
A nova geladeira velha daqui de casa;
Os shorts Hering;
A bata(argh) branca que ganhei;
O microondas em cima da mesa;
O pé de alho e as jibóias nos vasos;
O desenho feito para ele;
Nova foto no mural que ele prendeu na frente da cozinha.
Coisas que aconteceram, e que ele ainda não viu, ou não sabe. Nem saberá.
I'm moving on.
********
Remédio novo rox!
********
Update: entrevista do Victor Cayres. Quase choro só de ouví-lo descrever o filme.
Flanei até lá, e no que entro no estacionamento, começa a tocar isso aqui:
E o pior: eu sabia a letra. E ouvi duas vezes, amarradaça.
**
Rol da diversão noturna
6 polpas de fruta
100 gramas de queijo, 100 gramas de presunto
4 latas de cerveja
Uh! Uma farrista!
**
Desocupada
Antes de entrar no estacionamento, vi o carro do papai estacionado fora. Ao sair, a humana que vos fala arriou mochila, sacolas, revirou todos os bolso, até achar a nota fiscal das compras. Catei tudo de novo, e me dei ao trabalho de colocar o cupom no limpador de parabrisas dele.
Ligou agora, rindo, porque minha mãe não consegue guardar segredos.
********
Depois de resolver os problemas-PROBLEMAS, lá vou eu pros problemas-solução, ou seja, matar saudades dos amigos da produtora querida. Em estando lá, assisti ao filme pronto e finalizado.
Camila e o Espelho é uma obra da qual tenho muito orgulho de fazer parte. Foi um perrengue fazer, tanto do ponto de vista pessoal como do viés de produção. Foi sacrificado fazer, meu coração estava esturricado, a responsabilidade de cuidar dos filhos adolescentes de outras pessoas me deixava em pânico, e estar navegando à deriva, sem um porto para onde voltar, foi pior que tudo.
No final, as crianças foram as melhores (com exceção de um ou outro comportamento, claro), não estava tão à deriva quanto imaginei, e a bóia de salvação veio em forma de um tremendo colega de trabalho e sua dose de Dreher.
O lançamento é depois do carnaval, soube hoje, Mas mais uma vez me emocionei com o trabalho finalizado nesta produtora. É mágico. Sempre foi mágico trabalhar com eles.
**

E deles, também, Miúda e o Guarda-chuva, que quase me faz chorar em cena aberta, hoje. Já tinha me emocionado com a delicadeza dos traços no email de divulgação, mas hoje eu assisti ao desenho completo.
Miúda tem uma flor carnívora, que seguidamente toma a forma de um coração. Tive a impressão, em alguns momentos, que a planta encantava Miúda, como num jogo de hipnose. Mais adiante, achei que o jogo era o contrário, e que Miúda tinha o poder nas mãos. Sei lá.
A planta carnívora foi presente de um amor que passou, e come as formigas que Miúda amorosamente recolhe no banco onde se senta. Eles jantam na mesma mesa. A planta-ele faz beicinho quando um pedido não é atendido. Eu quase choro. Ele diz que gosta dela, e se a essas alturas você ainda não percebeu seu formato, um coração vai-se delinear, formado pelos lábios-cabeça da planta.
Lindo, lindo de doer!
Parabéns a Paula Lice e Victor Cayres, que pensaram Miúda; a Igor Souza, que deu corpo a ela; a Jorge, Amadeu e João por terem dado à luz Miúda.
********
Outro rol
A nova geladeira velha daqui de casa;
Os shorts Hering;
A bata(argh) branca que ganhei;
O microondas em cima da mesa;
O pé de alho e as jibóias nos vasos;
O desenho feito para ele;
Nova foto no mural que ele prendeu na frente da cozinha.
Coisas que aconteceram, e que ele ainda não viu, ou não sabe. Nem saberá.
I'm moving on.
********
Remédio novo rox!
********
Update: entrevista do Victor Cayres. Quase choro só de ouví-lo descrever o filme.
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Para ONTEM...
... um otorrino. Rouca há uma semana e tanto, e com dor de ouvido. Diz a lenda que a voz fica sexy, mas vou eu, a estabanada mor do Universo, pensar em voz rouca, sem saber o que pode ser?
********
Jantar
Cadê coragem pra fazer?
**
Convidei um amigo de priscas eras para jantar aqui em casa quarta-feira. Apesar da amizade longeva, ele nunca comeu nada que tenha saído das minhas panelas, mexido pelas minhas mãos amorosas.
Mas dizer que estou com saco... Mentira.
********
Leia meus lábios:
MOVING ON!
E tenho dito!
********
Queria aprender a andar de skate. Será que tem chance?
********
... and counting...
Devo ter falado 150 palavras hoje. Quase meu record (zero!!)
********
Don't ask me about it...
Odeio gente excessivamente feliz.
********
Jantar
Cadê coragem pra fazer?
**
Convidei um amigo de priscas eras para jantar aqui em casa quarta-feira. Apesar da amizade longeva, ele nunca comeu nada que tenha saído das minhas panelas, mexido pelas minhas mãos amorosas.
Mas dizer que estou com saco... Mentira.
********
Leia meus lábios:
MOVING ON!
E tenho dito!
********
Queria aprender a andar de skate. Será que tem chance?
********
... and counting...
Devo ter falado 150 palavras hoje. Quase meu record (zero!!)
********
Don't ask me about it...
Odeio gente excessivamente feliz.
terça-feira, janeiro 26, 2010
Felipe
Antes de fazer o que vou fazer, que é a resposta em camadas, deixa eu contextualizar. Tive uma semana miserável, e isso inclui segunda, terça, além do sábado e do domingo. Meu carinho maior chegava através do gato (Miau!) da produtora, que se rendia a afagos egoístas, meus e dele.
No final do pior dia de todo o mês de janeiro, vou checar um email e vejo seu comentário na caixa de entrada. Ali foi quase o desfecho justo para ruins 36 horas. Sua gentileza me embargou a voz e encheu meus olhos de lágrimas. Eu merecia ouvir/ler aquilo.
Vamos lá.
Nada alivia. Nem vai fazer sentido.
Nem nunca fez. Nem fará. Viva eu mil anos, nunca fará sentido ter deixado as coisas chegarem onde estão.
Mesmo assim é verdade: um dia passa. Ao mesmo tempo não passa nunca.
Minha outra experiência real (ma non troppo, sem perguntas) de perda me acompanha desde os 16 (oi, sou uma senhora de 33 e meio?), e NUNCA passou. Nunca. Acho que no dia do Juízo Final, D*us e Cristóvão vao rir da minha cara ainda, com todo o carinho que eles me dedicam desde tempos imemoriais. Serão risadas afetuosas, do tipo "Besta, não era pra ter sofrido tanto".
Fica ali no canto. Evito olhar, esqueço. Cubro com dez mil coisas mais interessantes. Às vezes me pergunto como posso estar tão feliz e ainda lembrar do que passou com tanta força. Vai entender.
Entendo e não entendo. Hoje, ainda no calor da perda, não sei onde vou achar nem uma pilha de dez coisas interessantes, que dirá vezes mil. A respeito da força com que nos abate, quase um tsunami. Com todos os avisos, e ainda assim, tão devastador. Mas um dia as águas voltam a ser azuis, a paisagem volta a ser um paraíso, e a gente, que testemunhou a catástrofe, tem um saborzinho amargo a cada engolir, para nunca esquecer. Aliás, como curiosidade, a esnobe aqui acha mais verdadeira a expressão em inglês: to never forget.
Parabéns pelo blog! Obrigado por todas as vezes que me ajudou a colorir o dia!
E desculpa se as tintas coloridas da impressora daniélica acabaram. Voltam um dia, claro, mas tenho visto tudo tão em cinza e suas escalas...
Obrigada, Felipe, pelo exercício de análise que você me deu de presente. Presente mesmo: foi muito bom.
Um beijo.
********
Há dias...
Chego na produtora 15 minutos depois do horário em que gostaria de ter chegado, mas ainda não atrasada.
Jogo a mochila numa cadeira, sento em outra e rosno pra uma das minhas melhores duplas de produção. ela distraída.
— Meu bairro está um inferno. Sabe quanto tempo levei para fazer 500 metros, dentro do ônibus? (aumente o volume)OITO MINUTOS!!!
Ela sai do transe com o volume elevado:
— Em qual bloco, Dani?
********
O pouco de voz que eu recuperei no domingo dá mostras de que não chega comigo até a sexta-feira.
********
— O guarda-sol está mofado.
— Amarra aberto no anão de jardim da sua sogra. Se o vento arrastar, a gente sempre pode chamar Amélie Poulain.
— (silêncio) Vou dormir, viu?
Gente sem humor no coração.
No final do pior dia de todo o mês de janeiro, vou checar um email e vejo seu comentário na caixa de entrada. Ali foi quase o desfecho justo para ruins 36 horas. Sua gentileza me embargou a voz e encheu meus olhos de lágrimas. Eu merecia ouvir/ler aquilo.
Vamos lá.
Nada alivia. Nem vai fazer sentido.
Nem nunca fez. Nem fará. Viva eu mil anos, nunca fará sentido ter deixado as coisas chegarem onde estão.
Mesmo assim é verdade: um dia passa. Ao mesmo tempo não passa nunca.
Minha outra experiência real (ma non troppo, sem perguntas) de perda me acompanha desde os 16 (oi, sou uma senhora de 33 e meio?), e NUNCA passou. Nunca. Acho que no dia do Juízo Final, D*us e Cristóvão vao rir da minha cara ainda, com todo o carinho que eles me dedicam desde tempos imemoriais. Serão risadas afetuosas, do tipo "Besta, não era pra ter sofrido tanto".
Fica ali no canto. Evito olhar, esqueço. Cubro com dez mil coisas mais interessantes. Às vezes me pergunto como posso estar tão feliz e ainda lembrar do que passou com tanta força. Vai entender.
Entendo e não entendo. Hoje, ainda no calor da perda, não sei onde vou achar nem uma pilha de dez coisas interessantes, que dirá vezes mil. A respeito da força com que nos abate, quase um tsunami. Com todos os avisos, e ainda assim, tão devastador. Mas um dia as águas voltam a ser azuis, a paisagem volta a ser um paraíso, e a gente, que testemunhou a catástrofe, tem um saborzinho amargo a cada engolir, para nunca esquecer. Aliás, como curiosidade, a esnobe aqui acha mais verdadeira a expressão em inglês: to never forget.
Parabéns pelo blog! Obrigado por todas as vezes que me ajudou a colorir o dia!
E desculpa se as tintas coloridas da impressora daniélica acabaram. Voltam um dia, claro, mas tenho visto tudo tão em cinza e suas escalas...
Obrigada, Felipe, pelo exercício de análise que você me deu de presente. Presente mesmo: foi muito bom.
Um beijo.
********
Há dias...
Chego na produtora 15 minutos depois do horário em que gostaria de ter chegado, mas ainda não atrasada.
Jogo a mochila numa cadeira, sento em outra e rosno pra uma das minhas melhores duplas de produção. ela distraída.
— Meu bairro está um inferno. Sabe quanto tempo levei para fazer 500 metros, dentro do ônibus? (aumente o volume)OITO MINUTOS!!!
Ela sai do transe com o volume elevado:
— Em qual bloco, Dani?
********
O pouco de voz que eu recuperei no domingo dá mostras de que não chega comigo até a sexta-feira.
********
— O guarda-sol está mofado.
— Amarra aberto no anão de jardim da sua sogra. Se o vento arrastar, a gente sempre pode chamar Amélie Poulain.
— (silêncio) Vou dormir, viu?
Gente sem humor no coração.
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Resposta
"Bem mais que o tempo
Que nós perdemos
Ficou prá trás
Também o que nos juntou..."
**
Dias longos, de tempestades dentro e fora, e o acaso vai me proteger enquanto eu andar distraída. Um encontro, casual na medida em que são os encontros casuais, e meu castelinho de areia foi todo praia abaixo. A paz que eu estava sedimentando virou um borrão, onda que levou minha edificação junto com sua lambida cíclica, e o que sobrou de mim foram pés desnudos, sem nem a cobertura da areia.
****
"Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só prá saber
O que você achou
Dos versos que eu fiz
Ainda espero
Resposta..."
**
E de verdade não espero mais. Espero só que os dias me tragam certo alento, um conforto maior, e que minha pele vagarosamente volte a se virar para o lado de fora. Porque do avesso são feia, tã estragada, que nem eu consigo olhar direito e esboçar um sorriso. O que há de ser dito por qualquer um que não tem a obrigação de me amar, além de mim?
****
"Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou..."
**
Tão intocado quanto o Saara agora, esse lugar nunca mais ninguém pisou. Não estou no jogo, estou reclusa, quieta, rouca, exausta, cansada, irritada e não-disponível. Não sei que tipo de mensagem passo eventualmente, mas não, não quero, não posso e não vou abrir minhas ações para o mercado num futuro próximo. Que pode ser amanhã. Q ue pode ser ano que vem.
****
"Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante..."
E não é assim que deve ser? Em paz? Distante?
********
Vizinha que acaba de lavar roupa. Cheiro bom que entra pela minha janela, e me traz roupas outras, quando o varal ainda ficava cheio, uma miscelânea de cargos, polos, cuecas, pijaminhas e camisolas. Felicidade pendurada em tiras.
********
Exausta.
Que nós perdemos
Ficou prá trás
Também o que nos juntou..."
**
Dias longos, de tempestades dentro e fora, e o acaso vai me proteger enquanto eu andar distraída. Um encontro, casual na medida em que são os encontros casuais, e meu castelinho de areia foi todo praia abaixo. A paz que eu estava sedimentando virou um borrão, onda que levou minha edificação junto com sua lambida cíclica, e o que sobrou de mim foram pés desnudos, sem nem a cobertura da areia.
****
"Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só prá saber
O que você achou
Dos versos que eu fiz
Ainda espero
Resposta..."
**
E de verdade não espero mais. Espero só que os dias me tragam certo alento, um conforto maior, e que minha pele vagarosamente volte a se virar para o lado de fora. Porque do avesso são feia, tã estragada, que nem eu consigo olhar direito e esboçar um sorriso. O que há de ser dito por qualquer um que não tem a obrigação de me amar, além de mim?
****
"Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou..."
**
Tão intocado quanto o Saara agora, esse lugar nunca mais ninguém pisou. Não estou no jogo, estou reclusa, quieta, rouca, exausta, cansada, irritada e não-disponível. Não sei que tipo de mensagem passo eventualmente, mas não, não quero, não posso e não vou abrir minhas ações para o mercado num futuro próximo. Que pode ser amanhã. Q ue pode ser ano que vem.
****
"Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante..."
E não é assim que deve ser? Em paz? Distante?
********
Vizinha que acaba de lavar roupa. Cheiro bom que entra pela minha janela, e me traz roupas outras, quando o varal ainda ficava cheio, uma miscelânea de cargos, polos, cuecas, pijaminhas e camisolas. Felicidade pendurada em tiras.
********
Exausta.
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Trabalhando e blogando
Comecei abrindo um NotePad. Blé.
Abri um .doc. Ainda não.
Hum... Excel!
Sorrisos.
Compartimentada, seu nome é Daniela.
********
D*us tem um senso de humor tão grande, tão grande, que eu sei que ele senta todos os dias na nuvenzinha com São Cristóvão (que é meu fã, também), e diz, chorando de rir:
— 'Bora, Cristóvão, bate aí pra eu desengasgar de tanto rir da cara dela!
Deixa estar. Aqui embaixo eu tenho rido montes, também. De verdade.
********
Chicote nas costas (sem fetiche)
E ignorem o vídeo, que não vi, não quero ver, tenho raiva de quem vê.
Apenas ouça.
********
21:34
Daqui por diante, turbinada.
Ou desturbinando, para ser fiel à natureza do remédio.
********
Bastou melhorar a gripe, voltei a fumar mais. Por que todo mundo consegue parar de fumar, menos eu?
********
21:51
Daqui por diante, trabalho encerrado
********
Eu ando na rua conversando comigo mesma, com uma entidade não-material, com D*us. Tenho recebido tantos sinais acerca de um assunto, que até se eu fosse cética, não poderia ter mais dúvidas.
E não, ainda não sei se os sinais são bons ou ruins. Mas são fato.
********
Vou ver um Mentalist para chamar o sono.
E o Dexter?
Tenho mais coragem, não...
Abri um .doc. Ainda não.
Hum... Excel!
Sorrisos.
Compartimentada, seu nome é Daniela.
********
D*us tem um senso de humor tão grande, tão grande, que eu sei que ele senta todos os dias na nuvenzinha com São Cristóvão (que é meu fã, também), e diz, chorando de rir:
— 'Bora, Cristóvão, bate aí pra eu desengasgar de tanto rir da cara dela!
Deixa estar. Aqui embaixo eu tenho rido montes, também. De verdade.
********
Chicote nas costas (sem fetiche)
E ignorem o vídeo, que não vi, não quero ver, tenho raiva de quem vê.
Apenas ouça.
********
21:34
Daqui por diante, turbinada.
Ou desturbinando, para ser fiel à natureza do remédio.
********
Bastou melhorar a gripe, voltei a fumar mais. Por que todo mundo consegue parar de fumar, menos eu?
********
21:51
Daqui por diante, trabalho encerrado
********
Eu ando na rua conversando comigo mesma, com uma entidade não-material, com D*us. Tenho recebido tantos sinais acerca de um assunto, que até se eu fosse cética, não poderia ter mais dúvidas.
E não, ainda não sei se os sinais são bons ou ruins. Mas são fato.
********
Vou ver um Mentalist para chamar o sono.
E o Dexter?
Tenho mais coragem, não...
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Grogue
Bom escrever depois de 15 minutos de ter tomado uma coisinha pra dormir.
********
...aproveita e pede um ponei, já que tá sonhando...
Hoje eu tive tanta, mas tanta, mas tanta certeza de que ele me ama... Que não fiz nada. Não há o que ser feito. EU não tenho nada a fazer. Só me curar e um abraço.
********
Óbvio que não vou dizer o porque, mas fui pra varanda da produtora hoje para quase gritar de alegria e para agradecer a Deus. Mesmo. De verdade. Deus é o CARA!
********
Medo de ver as fotos do show do Márcio Mello. As do MAM já tomei coragem, descarreguei, distribuí pra galera... Mas as do Márcio Mello... Fora que pela tricentésima vez marquei uma "pasta com chilli" com aquele técnico de som enrolado e querido, que desde 2007 promete que vai fazer este prato.
Vamos ver se neste final de semana ele vai estar de bobeira, porque aí eu cobro.
********
E a gripe do ano tenta se avizinhar da minha pessoa. Já mandou seu carro abre alas, a febre, já mandou a fome desesperada, as dores no corpo e tosses longas e desagradáveis. Mas eu vou despejar essa baderna toda. Não porque a mente não está sã, que o corpo vai fazer festa da uva.
Amanhã boto todo mundo pra correr.
********
Rômulo,
Recebi seu email, sua delicadeza, sua perspicácia. Assim que tiver coragem de voltar pro MSN, te adiciono, e vamos, sim, tomar um café dia desses. Esta semana, quem sabe?
Beijo, obrigada!
********
Coisinha pra dormir começando a fazer efeito. Showtime.
********
...aproveita e pede um ponei, já que tá sonhando...
Hoje eu tive tanta, mas tanta, mas tanta certeza de que ele me ama... Que não fiz nada. Não há o que ser feito. EU não tenho nada a fazer. Só me curar e um abraço.
********
Óbvio que não vou dizer o porque, mas fui pra varanda da produtora hoje para quase gritar de alegria e para agradecer a Deus. Mesmo. De verdade. Deus é o CARA!
********
Medo de ver as fotos do show do Márcio Mello. As do MAM já tomei coragem, descarreguei, distribuí pra galera... Mas as do Márcio Mello... Fora que pela tricentésima vez marquei uma "pasta com chilli" com aquele técnico de som enrolado e querido, que desde 2007 promete que vai fazer este prato.
Vamos ver se neste final de semana ele vai estar de bobeira, porque aí eu cobro.
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E a gripe do ano tenta se avizinhar da minha pessoa. Já mandou seu carro abre alas, a febre, já mandou a fome desesperada, as dores no corpo e tosses longas e desagradáveis. Mas eu vou despejar essa baderna toda. Não porque a mente não está sã, que o corpo vai fazer festa da uva.
Amanhã boto todo mundo pra correr.
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Rômulo,
Recebi seu email, sua delicadeza, sua perspicácia. Assim que tiver coragem de voltar pro MSN, te adiciono, e vamos, sim, tomar um café dia desses. Esta semana, quem sabe?
Beijo, obrigada!
********
Coisinha pra dormir começando a fazer efeito. Showtime.
sábado, janeiro 16, 2010
Banzé
Daniela na produtora 1. Recebe convite para um freela na produtora 2. Vai, mas passa o dia resolvendo coisas da produtora 1.
Daniela ao telefone.
— Oi, eu queria um caminhão pipa.
— Quem está falando?
— Daniela, da produtora 1.
— Qual o nome do job?
— Uh.. Peraí... PERAÍ! Sou Daniela da produtora 2!!!!
Crise de identidade rulez.
Daniela ao telefone.
— Oi, eu queria um caminhão pipa.
— Quem está falando?
— Daniela, da produtora 1.
— Qual o nome do job?
— Uh.. Peraí... PERAÍ! Sou Daniela da produtora 2!!!!
Crise de identidade rulez.
Samba de uma nota só
Nesse silêncio, ouço a garoa batucando o chão da sala.
********
Eu não aprendo. Ainda não há homem pra mim que não seja ele. Não adianta tentar.
********
Hoje dói como se eu estivesse com a pele toda do avesso. Nervos expostos.
********
Monka,
Sinto saudades suas. Vamos tomar café dia desses? Adorei suas camisas, coisa que ainda não tinha dito.
********
Eu realmente não precisava de Sophie Calle hoje.
E é disso que estou falando:
Sophie
Há algum tempo venho querendo lhe escrever e responder ao seu último email. Ao mesmo tempo, me pareceria melhor conversar com você e dizer o que tenho a dizer de viva voz. Mas pelo menos será por escrito.
Como você pôde ver, não tenho estado bem ultimamente. É como se não me reconhecesse na minha própria existência. Uma espécie de angústia terrível, contra a qual não posso fazer grande coisa, senão seguir adiante para tentar superá-la, como sempre fiz. Quando nos conhecemos, você impôs uma condição: não ser a “quarta”. Eu mantive o meu compromisso: há meses deixei de ver as “outras”, não achando obviamente um meio de vê-las, sem fazer de você uma delas.
Achei que isso bastasse; achei que amar você e o seu amor seriam suficientes para que a angústia que me faz sempre querer buscar outros horizontes e me impede de ser tranquilo e, sem dúvida, de ser simplesmente feliz e “generoso”, se aquietasse com o seu contato e na certeza de que o amor que você tem por mim foi o mais benéfico para mim, o mais benéfico que jamais tive, você sabe disso. Achei que a escrita seria um remédio, que meu desassossego se dissolveria nela para encontrar você.
Mas não. Estou pior ainda; não tenho condições sequer de lhe explicar o estado em que me encontro. Então, esta semana, comecei a procurar as “outras”. E sei bem o que isso significa para mim e em que tipo de ciclo estou entrando. Jamais menti para você e não é agora que vou começar.
Houve uma outra regra que você impôs no início de nossa história: no dia em que deixássemos de ser amantes, seria inconcebível para você me ver novamente. Você sabe que essa imposição me parece desastrosa, injusta (já que você ainda vê B., R.,…) e compreensível (obviamente…); com isso, jamais poderia me tornar seu amigo.
Mas hoje, você pode avaliar a importância da minha decisão, uma vez que estou disposto a me curvar diante da sua vontade, pois deixar de ver você e de falar com você, de apreender o seu olhar sobre as coisas e os seres e a doçura com a qual você me trata são coisas das quais sentirei uma saudade infinita. Aconteça o que acontecer, saiba que nunca deixarei de amar você da maneira que sempre amei desde que nos conhecemos, e esse amor se estenderá em mim e, tenho certeza, jamais morrerá.
Mas hoje, seria a pior das farsas manter uma situação que você sabe tão bem quanto eu ter se tornado irremediável, mesmo com todo o amor que sentimos um pelo outro. E é justamente esse amor que me obriga a ser honesto com você mais uma vez, como última prova do que houve entre nós e que permanecerá único.
Gostaria que as coisas tivessem tomado um rumo diferente.
Cuide de você.
X
********
"Eu não sei viver sem você
E se ainda me quiser
Eu não vou te decepcionar"
Márcio Mello acabou comigo ontem.
********
Perdi a viagem de trabalho que seria redentora, esta semana. Outro PAIS, projeto belíssimo que sempre me faz chorar pelas histórias que se ouve nos 4, 5 dias de viagem, sobre o quanto a agricultura auto sustentável muda a vida das pessoas. Fiz uma dessas ano passado, em dezembro, e além das lágrimas das entrevistas, um pé de alecrim e outro de arruda, trouxe na bagagem o meu amor.
********
Só quando se arma uma tempestade, com raios e trovões, é que meu lado de dentro se equilibra com o de fora.
********
Eu não aprendo. Ainda não há homem pra mim que não seja ele. Não adianta tentar.
********
Hoje dói como se eu estivesse com a pele toda do avesso. Nervos expostos.
********
Monka,
Sinto saudades suas. Vamos tomar café dia desses? Adorei suas camisas, coisa que ainda não tinha dito.
********
Eu realmente não precisava de Sophie Calle hoje.
E é disso que estou falando:
Sophie
Há algum tempo venho querendo lhe escrever e responder ao seu último email. Ao mesmo tempo, me pareceria melhor conversar com você e dizer o que tenho a dizer de viva voz. Mas pelo menos será por escrito.
Como você pôde ver, não tenho estado bem ultimamente. É como se não me reconhecesse na minha própria existência. Uma espécie de angústia terrível, contra a qual não posso fazer grande coisa, senão seguir adiante para tentar superá-la, como sempre fiz. Quando nos conhecemos, você impôs uma condição: não ser a “quarta”. Eu mantive o meu compromisso: há meses deixei de ver as “outras”, não achando obviamente um meio de vê-las, sem fazer de você uma delas.
Achei que isso bastasse; achei que amar você e o seu amor seriam suficientes para que a angústia que me faz sempre querer buscar outros horizontes e me impede de ser tranquilo e, sem dúvida, de ser simplesmente feliz e “generoso”, se aquietasse com o seu contato e na certeza de que o amor que você tem por mim foi o mais benéfico para mim, o mais benéfico que jamais tive, você sabe disso. Achei que a escrita seria um remédio, que meu desassossego se dissolveria nela para encontrar você.
Mas não. Estou pior ainda; não tenho condições sequer de lhe explicar o estado em que me encontro. Então, esta semana, comecei a procurar as “outras”. E sei bem o que isso significa para mim e em que tipo de ciclo estou entrando. Jamais menti para você e não é agora que vou começar.
Houve uma outra regra que você impôs no início de nossa história: no dia em que deixássemos de ser amantes, seria inconcebível para você me ver novamente. Você sabe que essa imposição me parece desastrosa, injusta (já que você ainda vê B., R.,…) e compreensível (obviamente…); com isso, jamais poderia me tornar seu amigo.
Mas hoje, você pode avaliar a importância da minha decisão, uma vez que estou disposto a me curvar diante da sua vontade, pois deixar de ver você e de falar com você, de apreender o seu olhar sobre as coisas e os seres e a doçura com a qual você me trata são coisas das quais sentirei uma saudade infinita. Aconteça o que acontecer, saiba que nunca deixarei de amar você da maneira que sempre amei desde que nos conhecemos, e esse amor se estenderá em mim e, tenho certeza, jamais morrerá.
Mas hoje, seria a pior das farsas manter uma situação que você sabe tão bem quanto eu ter se tornado irremediável, mesmo com todo o amor que sentimos um pelo outro. E é justamente esse amor que me obriga a ser honesto com você mais uma vez, como última prova do que houve entre nós e que permanecerá único.
Gostaria que as coisas tivessem tomado um rumo diferente.
Cuide de você.
X
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"Eu não sei viver sem você
E se ainda me quiser
Eu não vou te decepcionar"
Márcio Mello acabou comigo ontem.
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Perdi a viagem de trabalho que seria redentora, esta semana. Outro PAIS, projeto belíssimo que sempre me faz chorar pelas histórias que se ouve nos 4, 5 dias de viagem, sobre o quanto a agricultura auto sustentável muda a vida das pessoas. Fiz uma dessas ano passado, em dezembro, e além das lágrimas das entrevistas, um pé de alecrim e outro de arruda, trouxe na bagagem o meu amor.
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Só quando se arma uma tempestade, com raios e trovões, é que meu lado de dentro se equilibra com o de fora.
domingo, janeiro 03, 2010
Fim dos tempos
JÁ estão apresentando os sambas-enredos de 2010???
Agora não tem mais chance do ano começar antes do dia 28 de fevereiro.
Suspiro.
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"Come as you are" de BG no Fantástico.
Só pra constar.
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Quero Vou! jogar sinuca terça-feira.
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Não é novidade que não estou lá essas coisas, né?
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Joguei um sonífero inteiro pra dentro. Tem sido bom dormir assim.
Agora não tem mais chance do ano começar antes do dia 28 de fevereiro.
Suspiro.
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"Come as you are" de BG no Fantástico.
Só pra constar.
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Não é novidade que não estou lá essas coisas, né?
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Joguei um sonífero inteiro pra dentro. Tem sido bom dormir assim.
sábado, janeiro 02, 2010
sexta-feira, janeiro 01, 2010
Foda
Hoja tá mega foda. Mega.
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Um Rivo pra dentro. Agora é esperar fazer efeito.
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Aí repeti a roupa do Reveillon 2007/2008 para chamar de volta a sorte que tive em 2008. Dormi na casa da mamãe, e para não passar o dia vestida de Jovem Periguete Baiana (a saia é MUITO curta), coloquei uma jardineira. Faltava uma blusa. Lá vem a babá da minha mãe com uma frente única que esqueci lá há mais de um ano.
Vesti, saltitei entre os amigos, e finalmente caí em mim: foi a mesma blusa que usei no primeiro dia de 2008!!!
Agora tenho certeza de que meu ano vai ser foderoso. Vem comigo que você vai ver.
********
Faz efeito logo, porcaria, porque Didi e a Princesa ninguém merece.
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Um Rivo pra dentro. Agora é esperar fazer efeito.
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Aí repeti a roupa do Reveillon 2007/2008 para chamar de volta a sorte que tive em 2008. Dormi na casa da mamãe, e para não passar o dia vestida de Jovem Periguete Baiana (a saia é MUITO curta), coloquei uma jardineira. Faltava uma blusa. Lá vem a babá da minha mãe com uma frente única que esqueci lá há mais de um ano.
Vesti, saltitei entre os amigos, e finalmente caí em mim: foi a mesma blusa que usei no primeiro dia de 2008!!!
Agora tenho certeza de que meu ano vai ser foderoso. Vem comigo que você vai ver.
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Faz efeito logo, porcaria, porque Didi e a Princesa ninguém merece.
quarta-feira, dezembro 30, 2009
Reveillon
Aí saí com minha amiga querida para escolher uma roupa nova pro Reveillon. Ela queria verde e branco. Eu, um rosinha e branco, por motivos óbvios. Se não bastasse estar tudo pela hora da morte (oi, eu nasci na década de 70?), umas coisas feíssimas, cafoninhas...
E vai conversa, vão reminiscências, voltam lembranças, e descubro que o ano que fui mais feliz foi 2008. Formô, mano! Vou desencalhar minha miníssima branca, minha blusa vermelha trespassada, e repetir em 2010 o sucesso do ano passado.
********
Repita 10 vezes:
EU NUNCA MAIS VOU COMPRAR QUATRO QUILOS DE TOMATE, MAIS UM PACK DE BRAHMA FRESH LATÃO, PARA VOLTAR A PÉ PRA CASA.
********
Queria ganhar flores. Cravos. ndo bem precisada de um carinho na alma.
********
Saudade do Reveillon com Cascadura.
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Borat é bem amarradinho, né?
E vai conversa, vão reminiscências, voltam lembranças, e descubro que o ano que fui mais feliz foi 2008. Formô, mano! Vou desencalhar minha miníssima branca, minha blusa vermelha trespassada, e repetir em 2010 o sucesso do ano passado.
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Repita 10 vezes:
EU NUNCA MAIS VOU COMPRAR QUATRO QUILOS DE TOMATE, MAIS UM PACK DE BRAHMA FRESH LATÃO, PARA VOLTAR A PÉ PRA CASA.
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Queria ganhar flores. Cravos. ndo bem precisada de um carinho na alma.
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Saudade do Reveillon com Cascadura.
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Borat é bem amarradinho, né?
terça-feira, dezembro 29, 2009
Delícia
Terça-feira. Praia do Buracão semi vazia, sol maneirinho, crias soltas fazendo exploração por ali. Cangas espalhadas, amigos por perto, três cervejinhas para dar a brisa, gente que eu amo do lado, não-aplausos para o pôr-do-sol.
Por que raios eu ainda penso tanto que com ele por perto eu seria infinitamente mais feliz?
**
Uh... Por que minha vida sem ele é só metade?
********
Assistindo Borat e Jornal Nacional. Ao mesmo tempo. Como eu gosto.
**
Sim, tenho algum retardo fílmico.
********
Reveillon sem filha. Lá vou eu assistir ao Faustão sozinha. Dope!
********
E aí estou mais torrada ainda. Não, a marca da camiseta não deu mostras de querer se mudar.
********
Cervejinha de fim de noite, esperando a novela começar para me dedicar só a Borat. E depois ao antepenúltimo livro da saga da Bicicleta Azul.
********
Minha vida está voltando? É isso?
Por que raios eu ainda penso tanto que com ele por perto eu seria infinitamente mais feliz?
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Uh... Por que minha vida sem ele é só metade?
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Assistindo Borat e Jornal Nacional. Ao mesmo tempo. Como eu gosto.
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Sim, tenho algum retardo fílmico.
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Reveillon sem filha. Lá vou eu assistir ao Faustão sozinha. Dope!
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E aí estou mais torrada ainda. Não, a marca da camiseta não deu mostras de querer se mudar.
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Cervejinha de fim de noite, esperando a novela começar para me dedicar só a Borat. E depois ao antepenúltimo livro da saga da Bicicleta Azul.
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Minha vida está voltando? É isso?
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Fósforos
Odeio acender cigarros com fósforos. Odeio.
Só que tenho uma relação crítica com isqueiros. Eu perco um por saída. Se tiver dois, é batata: volto pra casa e acendo o último cigarro do dia com fósforos. Já tive um Zippo campeão, já tive Zippos fake, já tive isqueiros bonitinhos, e nenhum esquentou lugar comigo.
Isso e guarda-chuvas. Eles sempre me perdem.
********
Ele não podia dizer que me adora. Doeu.
Mas ainda é meu melhor amigo, e precisava dar a boa notícia. Foi a primeira pessoa para quem eu quis ligar (e não liguei), e uma das três que sabe das boas novas.
********
Piadinha interna
Daniela: pronta pra dizer NÃO! pra geral desde 1976.
Não nasci para ser simpática. Nasci para ganhar dinheiro.
********
Uma aranha habita meu computador. Duas, na verdade: Silvia e Roberta. Não sei como coexistem tão pacificamente num lugar tão exíguo, mas elas elas são quase amigas. Cada qual na sua teia, que nem sei mais onde começa uma, onde termina outra.
É patético, mas já peço que ninguém limpe o nicho do computador onde elas moram. Essa vibe meio budista que rola aqui em casa cada dia me domina mais. Nunca as vi se alimentando, mas ainda espero o dia em que a mosquinha vai cair na teia, e uma das duas vai capturar e mastigar a incauta.
Espero por esse dia ansiosa. Sei lá, quase um rito de passagem, um turning point. Venham, mosquitinhos, para eu poder ser mais feliz na minha vida.
Só que tenho uma relação crítica com isqueiros. Eu perco um por saída. Se tiver dois, é batata: volto pra casa e acendo o último cigarro do dia com fósforos. Já tive um Zippo campeão, já tive Zippos fake, já tive isqueiros bonitinhos, e nenhum esquentou lugar comigo.
Isso e guarda-chuvas. Eles sempre me perdem.
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Ele não podia dizer que me adora. Doeu.
Mas ainda é meu melhor amigo, e precisava dar a boa notícia. Foi a primeira pessoa para quem eu quis ligar (e não liguei), e uma das três que sabe das boas novas.
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Piadinha interna
Daniela: pronta pra dizer NÃO! pra geral desde 1976.
Não nasci para ser simpática. Nasci para ganhar dinheiro.
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Uma aranha habita meu computador. Duas, na verdade: Silvia e Roberta. Não sei como coexistem tão pacificamente num lugar tão exíguo, mas elas elas são quase amigas. Cada qual na sua teia, que nem sei mais onde começa uma, onde termina outra.
É patético, mas já peço que ninguém limpe o nicho do computador onde elas moram. Essa vibe meio budista que rola aqui em casa cada dia me domina mais. Nunca as vi se alimentando, mas ainda espero o dia em que a mosquinha vai cair na teia, e uma das duas vai capturar e mastigar a incauta.
Espero por esse dia ansiosa. Sei lá, quase um rito de passagem, um turning point. Venham, mosquitinhos, para eu poder ser mais feliz na minha vida.
domingo, dezembro 27, 2009
Danielices
Algum outro idiota além de mim está chorando com a matéria dos abraços grátis?
Não, né?
**
É. E aí eu entalei. Chorando entalada. Duh.
********
Mini Cama Elástica
Eu quero.
********
Daniela, a rena do nariz vermelho (e torrado)
E aí que acordei com uma mini ressaca do choppinho com a delegação carioca recém chegada. E aí que tinha marcado com a Doce M para ir ao Farol. Sim, minhas amigas e seus programas indígenas: desta vez foi a cobertura do Desafio Ciclístico. Ah, eu tô maluco.
E como amigo é um bicho foda, lá fui eu encontrar com ela. Alguém lembra da ressaquinha? Então... Pergunta se eu lembrei de passar protetor solar. Foram hooooooooooras embaixo do sol, esperando o povo das bicicletinhas chegar, Bilu chegar com a câmera, a premiação, blá blá blá. Meio dia e meia foi a hora que um sombreiro nos viu, naquele antro de distribuição de Nova Schin.
Estrago feito. Agora estou com o focinho vermelhão, uma marca chiquérrima de camiseta, e do colo para baixo, branca que nem uma beluga.

Olá, amiguinhos!
********
Uma razão para viver
Faltam 36 dias para Lost 6x01!
********
Hora de dormir. Um oferecimento: Rivotril, seu amigo das longas noites!
Não, né?
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É. E aí eu entalei. Chorando entalada. Duh.
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Mini Cama Elástica
Eu quero.
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Daniela, a rena do nariz vermelho (e torrado)
E aí que acordei com uma mini ressaca do choppinho com a delegação carioca recém chegada. E aí que tinha marcado com a Doce M para ir ao Farol. Sim, minhas amigas e seus programas indígenas: desta vez foi a cobertura do Desafio Ciclístico. Ah, eu tô maluco.
E como amigo é um bicho foda, lá fui eu encontrar com ela. Alguém lembra da ressaquinha? Então... Pergunta se eu lembrei de passar protetor solar. Foram hooooooooooras embaixo do sol, esperando o povo das bicicletinhas chegar, Bilu chegar com a câmera, a premiação, blá blá blá. Meio dia e meia foi a hora que um sombreiro nos viu, naquele antro de distribuição de Nova Schin.
Estrago feito. Agora estou com o focinho vermelhão, uma marca chiquérrima de camiseta, e do colo para baixo, branca que nem uma beluga.

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Uma razão para viver
Faltam 36 dias para Lost 6x01!
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Hora de dormir. Um oferecimento: Rivotril, seu amigo das longas noites!
sexta-feira, dezembro 25, 2009
RC ao vivo
Proposta: ainda não é nesta. Mas tá perto a hora de abrir o berreiro. Aguardem uivos.
********
Foi difícil ver os blogs que criamos juntos, e onde ele nunca escreveu, no meu painel de administração de blogs. Estava começando a mastigar o último pedaço do sanduíche que tanto amo, e creia-me: depois disso, comer papelão teria tido o mesmo gosto.
Não apaguei, sabe-se lá porque. Talvez porque já venha apagando coisas dele demais da minha vida, em muito pouco tempo.
********
Fumando um pouco menos, comendo menos ainda. Quero minha vida de volta.
********
RC ao vivo
O terno da ana Carolina parece a casaca do Willy Wonka.
**
Como vai você?
Vou ali derramar minhas lagriminhas e volto.
**
Volto nada. Não dá.
********
Foi difícil ver os blogs que criamos juntos, e onde ele nunca escreveu, no meu painel de administração de blogs. Estava começando a mastigar o último pedaço do sanduíche que tanto amo, e creia-me: depois disso, comer papelão teria tido o mesmo gosto.
Não apaguei, sabe-se lá porque. Talvez porque já venha apagando coisas dele demais da minha vida, em muito pouco tempo.
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Fumando um pouco menos, comendo menos ainda. Quero minha vida de volta.
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RC ao vivo
O terno da ana Carolina parece a casaca do Willy Wonka.
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Como vai você?
Vou ali derramar minhas lagriminhas e volto.
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Volto nada. Não dá.
Neurolinguística
Hoje tá foda. Tá mais foda do que qualquer um dos dias até agora. Mas amanhã quero estar melhor. Preciso. Vou estar muito melhor.
********
Será que eu sou a única pessoa que chega MAIS MAGRA ao dia 26 de dezembro?
********
Twitter
@bmazzeo: É o HD ou as olheiras do Rei sempre foram verde musgo?
Estou adorando a transmissão do show do Rei feita por ele. Aqui em Salvador não começou ainda, mas no Rio as tiazinhas já devem estar disputando as rosas.
Vai vendo: não termino o show sem um litro de lágrimas choradas.
********
TOC
Ouço o dia inteiro. Canto o tempo todo.
********
Se um cara abre a porta do meu quarto do hospital e berra HO HO HO que nem esse médico sem noção, juro, ele me garante um AVC.
********
Aí eu ia tatuar amanhã. Meu tatuador viajou. Deus, qual é a sua?
********
A produtora que em mim não dorme está calculando o preço desse paredão de led do Rei. E do laser. E quase chorando com essas estrelinhas de BG.
**
Quem penteia RC mesmo?
**
Quanto será o cachê de cada músico do RC?
**
Eu tive um amigo cuja boca era EXATAMENTE igual a do RC. Óbvio que isso não é um elogio.
**
"Eu te amo" é foda. Foi cantada pra mim há um bom tempo, no meio de um porre, pelo telefone. Eu era feliz, e sabia.
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Será que eu sou a única pessoa que chega MAIS MAGRA ao dia 26 de dezembro?
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@bmazzeo: É o HD ou as olheiras do Rei sempre foram verde musgo?
Estou adorando a transmissão do show do Rei feita por ele. Aqui em Salvador não começou ainda, mas no Rio as tiazinhas já devem estar disputando as rosas.
Vai vendo: não termino o show sem um litro de lágrimas choradas.
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TOC
Ouço o dia inteiro. Canto o tempo todo.
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Se um cara abre a porta do meu quarto do hospital e berra HO HO HO que nem esse médico sem noção, juro, ele me garante um AVC.
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Aí eu ia tatuar amanhã. Meu tatuador viajou. Deus, qual é a sua?
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A produtora que em mim não dorme está calculando o preço desse paredão de led do Rei. E do laser. E quase chorando com essas estrelinhas de BG.
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Quem penteia RC mesmo?
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Quanto será o cachê de cada músico do RC?
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Eu tive um amigo cuja boca era EXATAMENTE igual a do RC. Óbvio que isso não é um elogio.
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"Eu te amo" é foda. Foi cantada pra mim há um bom tempo, no meio de um porre, pelo telefone. Eu era feliz, e sabia.
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