segunda-feira, junho 03, 2002



"Quem vê seu rosto só pensa no bem
Que vc pode fazer a quem
Tiver a chance de te possuir
[de te possuir]
Mal sabe ele como é triste ter
Amor demais sem nada receber
Que possa compensar
O que isso traz de dor"


Se Guilherme Isnard (Zero) não for o melhor letrista do mundo (tá, a Billie Myers tb é muito boa), eu mudo o meu nome!

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Tá, admito uma paixão enorme pela voz desse homem. Mas não é só isso: ele é um letrista do caralho, um cara charmoso pacas, um HOMEM. E vcs precisam ouvir Quimeras no Electro Acústico. Putz, ele fala direto na minha alma...

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Mais um final de semana desses, e entro em coma de vez. Saí com Gui ontem, ele estava deprimido demais ("Um PMD consolando outro PMD", dizia ele, quando consegui faze-lo rir. "PMD, não, idiota, portadores do Transtorno Bipolar."). Cheguei 3 da tarde, almocei e 4 já estava na cama. Apaguei geral até as nove, quando alguém (?) me ligou. Tirei as lentes durante o telefonema, dormi de novo. Acordei dez e tantas, liguei pra Verena, comi enquanto ela dissertava sobre Catroca (um paquera dela que tem as pernas arqueadas. Acho que ele sempre esquece o cavalo em algum lugar), vim pro quarto, finalizei o email pro Matt e apaguei de novo.

Jogo é um capítulo à parte. Eu só descobri quem tinha ganho quase meio dia, quando consegui escorrer (o termo é esse mesmo) da cama. Tomei café da manhã (interrogação para o que foi, não lembro) e fiz o caminho de volta. Para a cama. Acordei duas e meia da tarde com dois recados do Ricardo, um da Verena e um do Alexandre Acioly, meu saxofonista preferido.

Almocei, voltei pra cama (tá ficando repetitivo)e lá pelas 3 e 40 é que retornei as ligações. Resolvi ser irresponsável só hj e adiei todos os assuntos de trabalho para amanhã. Encerrei meu dia ali mesmo, e continuei a reler Christine, do Stephen King. Deve ser a enésima leitura, mas adoro esse livro.

E estou aqui, com um email novo do Matt pra responder, esperando a Super Máquina vagar pra poder programar minhas músicas preferidas na sala e escrever para minha alma gêmea norte americana.

Não, não é amor. É um carinho do tamanho do mundo, uma vontade doida de fazer as coisas darem certo pra ele, de dar o melhor de mim para que ele saia vitorioso dessa. Temos toneladas de coisas em comum, mais até do ele sabe, mas não creio q eu seja a mulher ideal pra ele. Não consigo amar na medida exata que ele precisa. Aliás, não consigo amar em medida alguma.

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Acho q tenho q enfrentar os dragõezinhos amanhã.

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Faltam 13 dias.


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