domingo, novembro 27, 2005

Era tudo sonho...

Mas não podia aparecer realmente o cara que me deu aquele abraço tão gostoso no sonho perturbado, aquele que passou a noite comigo naquela ilha, que fez o que pôde até me conseguir, que se desdobrou até saber que eu não queria mais o Fernando, e que quando foi me deixar no aeroporto, foi tomar um chopp comigo e não quis me dar seu email por que tinha medo de ser magoado? Até que consigo administrar bem a carência, mas eu juro: eu acordei sentindo falta dele.

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E acordei cedo, depois de uma noite nos infernos, com a gremlinzinha chorando a cada hora. Dentes. Pra quem não tinha nenhum, ela agora tem dois embaixo e estão chegando quatro em cima. De vez.

Crescer, minha filha, crescer dói.

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E desde quando 4:20 é cedo? É madrugada!

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Ia pra Itacimirim, na carona da minha irmã e do meu cunhado. Tempo ruim, dor de cabeça por causa das lentes novas — que são as piores em 16 anos de lentes rígidas —, e necessidade brutal de estudar.

Como se eu fosse a maior adepta de praia e dias de sol. Como se a dor de cabeça não fosse a mesma em qualquer lugar. Como se eu não pudesse estudar lá (estudei no bar ontem, tomando mojitos e piña coladas).

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Helena está tentando arrancar os dentes de baixo com as unhas. Cortar as unhas ou os dentes?

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